Já ouviu falar da Serra da Freita? Já viu imagens maravilhosas da Serra da Freita e dos seus trilhos? Quer fazer trilhos na serra da Freita? Quer visitar a Serra da Freita? Então este artigo é para si! Vai encontrar aqui tudo o que precisa de saber para visitar, o que ver e fazer na Serra da Freita, onde dormir e onde comer e ainda, muitos segredos sobre esta serra no centro de Portugal.

CONTEÚDOS DO ARTIGO
A serra da Freita fica na zona centro de Portugal. A serra da Freita faz parte do Maciço da Gralheira e distribui-se pelos concelhos de Vale de Cambra e Arouca, do distrito de Aveiro, e São Pedro do Sul, no distrito de Viseu.
A melhor forma de chegar à serra da Freita é viajar para Aveiro e dali seguir para Arouca ou Vale de Cambra. Se vier do norte, a melhor opção é ir para Arouca.
O Geoparque de Arouca fica na Serra da Freita e situa-se no concelho de Arouca, a aproximadamente 65 km do Porto, 120 km de Coimbra e Braga e 310 km de Lisboa. Mas pode subir a Serra da Freita desde Arouca ou desde Vale de Cambra (Chão de Ave). O ideal é subir para a serra por um lado e descer por outro.

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Se vai visitar a Serra da Freita há algumas dicas básicas mas essenciais para começar a organizar as suas ideias e preparar a sua viagem. De forma muito simples estas são as melhores dicas.

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Entre Vale de Cambra e a Serra da Freita, a aldeia de Trebilhadouro é um bom local para ficar alojado já que se encontra nas encostas da serra. O alojamento rural tem quatro casas, umas maiores do que outras, e é ideal para grupos grandes ou até duas pessoas. Como éramos só dois, ficamos alojados na Casa Matilde, uma casa rural muito boa, com cozinha, sala com lareira, quarto e casa de banho. A cozinha está totalmente equipada e há uma esplanada para tomar o pequeno-almoço. A Isabel, a proprietária, entregou-nos a chave, deixou-nos comida no frigorífico para o pequeno-almoço das duas noites.

Esta é uma bela opção para se alojar na Freita, já que permite a proximidade ideal à serra e a Vale de Cambra, além de que a sua localização numa aldeia granítica preservada é um “bónus”. Aproveite para passear pela aldeia. A lareira na sala faz desta casa uma boa opção para Verão e Inverno. As outras casas são a Casa Custódio (duas pessoas), Casa Rosalina (com 4 quartos, uma pequena piscina e um belo rochedo no interior) e Casa Paco de Mato (com dois quartos).

Em plena Serra da Freita, este parque de campismo fica próximo da aldeia do Merujal e possui bons equipamentos. Tem balneários limpos, locais para lavar roupa e louça. Para além disso, tem bar e restaurante e pratica preços acessíveis. Por um carro, uma tenda e duas pessoas pagamos 11.50€/noite. Pode entrar em contacto com o parque através de email (geral@naturveredas.com) ou tel. 256 947723. Para mais informação poderá consultar o site www.naturveredas.com.
Há vários alojamentos rurais na Serra da Freita e nas proximidades e pode encontrar aqui.
A Serra da Freita integra o Geoparque de Arouca e há vários trilhos marcados (e bem marcados) para explorar, geossítios de interesse particular e até um belo parque de campismo na Serra da Freita. Assim, em tom de regresso a este recanto de Portugal, vamos partilhar aqui as melhores dicas de viagem para preparar uma aventura.

Se não tem tempo de visitar de forma independente, marque um tour.

Durante a minha infância e adolescência passei várias temporadas na Serra da Freita. Os meus pais iam frequentemente passar fins-de-semana na Freita, aproveitando para ficar nas casas dos guardas florestais (hoje a maioria abandonadas). Na altura, levantava-se a chave na CM de Arouca. Passei na Freita várias passagens de ano, férias de Carnaval e até de Páscoa. As caminhadas na Serra da Freita eram constantes, com percursos pedestres longos, explorando os recantos escondidos da Serra da Freita. Os meus pais e os amigos pertenciam ao grupo de montanhismo do Clube de Campismo de São João da Madeira, e eu também me iniciei lá ainda com 4 anos de idade e na Serra da Freita. Confesso que enquanto era miúda não achava grande piada às noites geladas da Serra da Freita, ao vento e à neve nos trilhos da serra. Mas, o tempo foi passando e acho que o hábito acaba por fazer o monge!
À medida que me tornava adolescente comecei a apreciar cada vez mais o contacto com a natureza e a aprendizagem pela proximidade na Serra da Freita. Comecei a brilhar nas aulas de Ciências e Geografia devido aos ensinamentos que tirava dos trilhos efectuados na montanha da Serra da Freita, da experiência nas visitas às minas abandonadas da Serra da Freita, do contacto com a população das aldeias da Serra da Freita.
O tempo foi passando e as nossas vidas tomam diferentes rotas. Com a entrada na Universidade em Coimbra, a Serra da Freita ficou para trás. Havia que conhecer muito mais território nacional. Foi isso que fiz. Com a independência económica, até Portugal acabou por ficar para trás. Primeiro veio a Europa e depois o resto do mundo. Assim, a vida acabou por me desviar da Serra da Freita, o local que me viu crescer e tornar mulher.
Muitos anos passaram e eu regressei à Serra da Freita. Acho que há muitos anos que não vinha à Serra Freita! Mas, eis senão quando o destino nos prega uma partida. Um grupo de amigos de faculdade decidiu juntar-se e passar um fim de semana na natureza. O destino: Serra da Freita! A Serra da Freita mudou muito nos últimos anos. Está longe de ser o local inóspito e vazio que era há anos atrás. A Serra da Freita já não é um lugar para passar uns dias isolado do mundo, mas a Serra da Freita é ainda um dos lugares mais bonitos e incríveis de Portugal.
Se procura dicas para conhecer a Serra da Freita, veja estes artigos

Pode ver os guias que temos e conhecer os nossos guias de viagem neste artigo aqui no blogue .
Há imensas actividades a realizar na Serra da Freita. Pode desfrutar da natureza sem gastar dinheiro nenhum e essa é que é a grande vantagem de visitar este recanto de Portugal. Assim, estes são alguns dos nossos conselhos.
Pode fazer 16 percursos disponíveis no Geoparque e na Serra da Freita. Nós ainda não os fizemos todos mas estamos com vontade de experimentar. Assim, à medida que os vamos fazendo, iremos actualizando o blogue. Os itinerários e mapas dos percursos, com informação detalhada, estão disponíveis no site do Geoparque, inclusive com mapas em pdf para download. Imprima e leve estes mapas consigo, já que o Geoparque não tem estes folhetos individuais para distribuir.

ATENÇÃO: O PR-7 é o único percurso de dificuldade elevada na Serra da Freita. Os outros trilhos têm dificuldade baixa ou média.
As pedras parideiras são um dos geossítios mais importantes da Serra da Freita devido à sua singularidade geológica. Ali, os blocos graníticos apresentam nódulos biotíticos que se individualizam na rocha e que devido às amplitudes térmicas registadas são projectados pela rocha-mãe (daí o termo “pedra parideira”).
A Serra da Freita possui um dos poucos locais do mundo onde podem ser observados estes fenómenos geológicos. Para além deste sítio, só há registo de fenómeno idêntico num local no Reino Unido.
O Centro de Interpretação é composto por dois pisos. A entrada no piso superior, onde está a loja, e o percurso pelos passadiços onde se podem observar as pedras parideiras é gratuito. Só se desejar visualizar o filme 3D “Pedras Parideiras: Um tesouro geológico” é que deverá pagar 2.5€. O centro está aberto todos os dias das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00.
A primeira vez que visitei este local na Serra da Freita andava na faculdade. Não havia ali nenhum centro de interpretação, apenas uma pedreira. O dono, cujo nome já não recordo, recebeu-me muito bem e quando soube que era estudante de Geografia levou-me numa visita guiada por ele à pedreira, mostrando-me com orgulho as gigantescas trilobites recentemente descobertas. Na altura ainda me ofereceu uns fósseis que conservo na minha colecção. Hoje, parte da pedreira foi preparada para receber entusiastas da geologia mas também visitantes mais leigos.

A pedreira do Valério, a caminho de Espiunca, é um dos poucos locais do mundo onde foram encontrados fósseis gigantescos de trilobites do Ordovícico (465 milhões de anos). Este é um local de referência geológica a nível nacional e internacional. Merece certamente uma visita. Está aberto de terça a sábado, das 10h às 17h, e aos domingos, das 14h às 17h. Uma visita ao museu e à unidade de transformação custa 4€. Se quiser participar na caça ao fóssil ou na Rota Paleozóica acresce 2€. Visite o site para mais informações.

A Câmara de Arouca construiu um percurso em madeira de cerca de 8 km, quase todo em estruturas suspensas no vale do rio Paiva na Serra da Freita. O percurso liga Espiunca a Alvarenga sempre acompanhando as vertentes rochosas e escarpadas ao longo da margem esquerda do rio Paiva.
O percurso pode ser feito nos dois sentidos e se for sozinho terá que voltar para trás, o que perfaz um total de 16 km, já que se trata de um percurso linear. No entanto, como tínhamos vários carros, dividimos os carros pelos dois locais e fizemos apenas o percurso para um dos lados, permitindo-nos ter bastante tempo para aproveitar a paisagem, parar para comer, beber, tirar fotografias e até ir a banhos nas magníficas praias fluviais que encontramos no percurso. Para mais dicas para visitar os Passsadiços do Paiva veja este artigo. Está tudo explicadinho aqui. Pode ver também mais fotografias dos Passadiços do Paiva aqui.
Para quem gosta de vistas aéreas este é o local para visitar na Serra da Freita. Designado por “Panorâmica da Costa da Castanheira”, este miradouro com 360 graus, envidraçado, permite subir 50 metros de altura, o equivalente a cerca de 12 andares, para contemplar os vales e montanhas circundantes à Serra da Freita. Em dias limpos é possível ver a Serra do Montemuro e Marão a nordeste, Serra do Caramulo, Estrela e Lousã a sul, Ria de Aveiro a oeste. Até o rio Vouga é visível da torre.
Há visitas guiadas todos os dias da semana: das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00 e aos fins-de-semana às 09h30, 10h15, 11h15, 12h00, 14h00, 14h45, 15h45 e 16h45. O radar localiza-se a 1100 metros de altitude e está equipado com o mais moderno equipamento da rede do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). A visita custa 4€ e fica no coração da Serra.
Uma varanda na serra da Freita sobre o mar! O miradouro de São Pedro Velho é outro dos ex-líbris da Freita. Este é o ponto mais elevado da serra da Freita. Para chegar ali é preciso parar o carro e caminhar cerca de 15 minutos. As vistas valem bem a pena mesmo num dia enevoado. Nos dias do sol vê-se a ria de Aveiro e o Atlântico.

As Pedras Broas são um dos lugares obrigatórios a visitar na Serra da Freita. O percurso pedestre PR15 passa por lá mas pode alcançar este lugar também de carro, deixando-o estacionado a cerca de 200 metros do lugar.

A Serra da Freita tem um conjunto de miradouros que nos deslumbram. Este é um miradouro magnífico, a Panorâmica do Detrelo da Malhada, um dos geosítios onde se pode apreciar o vale de Arouca.

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António Correia says:
Carla Mota, Parabéns pelo excelente artigo.
Apesar de ser um conhecedor da Freita vou aproveitar algumas das suas sugestões para descobrir e rever alguns dos sítios sugeridos.
Carla Mota says:
Muito obrigada pela simpatia e amabilidade.
André Capote says:
Parabéns, está muito bem está página. Nos anos 90 fazia com amigos o percurso de Covelo de Paivo a Drave. Um dia vou tentar fazer outravez.
Carla Mota says:
Vale mesmo a pena. A Serra da Freita está maravilhosa.
Filipa Santos Sousa says:
A minha terra!! Adorei ver um post sobre a minha bela terra aqui no vosso blogue 🙂 Conseguiram fazer just ao cenário abismal que a Serra da Freita oferece!
Carla Mota says:
Passei aqui a minha infância. Adoro.
eduardo says:
Obrigado pelas maravilhosas dicas.
Decidi que Irei la’ em 2019, sem duvida, assim que estiver de ferias. Escolhi vendo os 30 lugares “a ver” artigo.
beijos
Eduardo
Matany Uganda
Carla Mota says:
Obrigada
herculanodacosta says:
num tah provado k existam pedras parideiras onde disse! provado, sim, as da Freita e da Rússia, perto de S. Petesburgo… 🙂
Carla Mota says:
Não percebi! Não está provado que existam pedras parideiras na Serra da Freita? Sim, está. É dessas que eu falo, de mais nenhumas. Ou refere-se à referência que fiz ao Reino Unido?
Joel Silva says:
Obrigado pela partilha, conheço bem os trilhos da Freita, mas nunca os fiz a pé sempre de bicicleta e já lá vão uns anitos, agora vou lá passar uns dias para descomprimir, alguma dica da melhor praia fluvial? Obrigado
Joel Silva
Rui Pinto says:
As nossa preferidas são as pias de Drave.
Jacinto Vieira says:
Obrigado pela partilha. Ao “lado de casa”, mas ainda com muito por descobrir nesta serra da Freita,,,
Carla Mota says:
Obrigada
Ricardo Soares says:
Já lá tive e não sei o que ver onde me encaminhar para ver promoneres da serra
Carla Mota says:
Em Arouca há um centro de Turismo. Pode ser uma boa opção.
Fátima Simões says:
Muito obrigada, pelas excelente dicas. Já fiz os Passadiços do Paiva e adorei, não fazia ideia das opções disponíveis, vou explorar. Portugal tem recantos lindos e desconhecidos da maioria de alguns. Os mais perto de casa são sempre os que habitualmente se desconhece, vivo perto de Coimbra.
Carla Mota says:
É mesmo, Fátima. Às vezes os lugares ao lado de casa damos por garantidos e não lhes dedicamos o tempo que devíamos. A Serra da Freita é magnífica e tem imensos lugares fantásticos para descobrir.
Octávio Costa says:
Já fiz o 13,14,14,7 completos. O 7 fiz há poucos dias e digo desde já que para além de já ser difícil. Depois de ter ardido tudo ao redor, ainda mais difícil é muito perigoso. Não aconselho o 7 a ninguém. O 14 e o 15 devem ser os mais bonitos sem dúvida.
Liliana says:
Olá Otávio, acabo de fazer o PR7 e saio com a mesma sensação por ser um trilho de dificuldade bastante elevada pelo piso técnico e muito perigoso pela falta de barreiras de proteção em algumas zonas. De momento também não aconselho. Obrigada e boas caminhadas
Carla Mota says:
Olá Liliana, estava a chover? Com chuva é bem puxado. Mesmo com tempo seco é um trilho de dificuldade alta.
Carla Mota says:
Obrigada pelo contributo, Octávio.
Renato Valério says:
Gostei muito do artigo e gostaria de receber novas informações.
Parabéns.
samuelperalta says:
A expressão a que recorreu “o habito faz o monge” é mal empregada ou percebida. O habito como sugere, refere-se a um traje usado pelos monges e nao à pratica continua
Do latim:
(latim habitus, -us, estado do corpo ou de uma coisa, exterior, constituição, aparência, veste, trajo)
substantivo masculino
1. Túnica de membro de comunidade ou confraria religiosa.
hábitos menores
• Roupa interior.
Itamar Japa says:
Sou apaixonado por lugares assim, passei boa parte de minha vida me dedicando às trilhas próximas de minha cidade, Curitiba. Quando viajo, sempre que possível, tento incluir no roteiro algumas trilhas. Obrigado por compartilhar.
Carla Mota says:
Obrigada 😀
João Leitão says:
Agora começo a perceber de onde vem o teu gostinho para caminhadas, natureza e geologia. É incrível este lugar, e poder crescer na Natureza é um privilégio que muitos não podem ter. O Miradouro de São Pedro Velho é lindo. Engraçado que morei em Erfoud durante 4 anos, e é considerada a capital mundial dos fósseis. Têm pedreiras com trilobites de 50 e 70 cm. É impressionante. Sem dúvida que vou apontar e tentar visitar numa altura que vá a Portugal.
Carla Mota says:
João, quando estive em Erfoud visitei alguns desses fósseis. Adorei. acho que a cidade podia potencializar mais essa parte turística. João, também me parece que esta vontade de desbravar o mundo está nos genes e já se fazia sentir desde pequenina. 😉
Pedro Henriques says:
Já visitei a Serra da Freita há uns 12 anos, mas não tive tempo para explorar esse espaço em condições. Quando voltar vou levar este guia comigo. Obrigado
Carla Mota says:
Pedro, é mesmo magnífico. É um lugar encantado e cheio de segredos para serem descobertos.
Maria João says:
Há tantos locais fantásticos ainda por conhecer em Portugal… Para o ano vou tratar disso. Estas dicas vão-me ser úteis, obrigada!
Carla Mota says:
Obrigada, Maria João. Espero que ajudem.
André Parente - Tempo de Viajar says:
É muita natureza para mim! Gosto mais de poluição das motas na Ásia ehehe 🙂 Mas vou tomar nota das dicas para quando voltar a Portugal. Até breve!
Carla Mota says:
eheheh. Ora aí está. É isso mesmo. O mundo é magnífico e é por isso que há um cantinho para cada um de nós no mundo. Continuação de boa viagem, André.
Marlene Marques says:
Dos Passadiços do Paiva já tinha ouvido (muito) falar, mas nunca imaginei que a envolvente oferecesse tantas outras coisas para viver e experimentar. Não conhecia a Serra da Freita. É sem dúvida um local a explorar numa viagem futura aquela região.
Carla Mota says:
É um excelente opção. Aventura-te. Vais adorar.
Paulo Azevedo says:
Esta é uma zona com fenómenos geológicos invulgares. Excelente guia e recolha de dicas, irá ser útil certamente.
Carla Mota says:
Espero que ajude a serra é magnífica.
Margarida Nobre says:
Uma optima opção para passeios em familia e em contacto com a natureza… Obrigada pelas dicas! As casas de Turismo de Habitação parecem encantadoras e nem faltou uma sugestão para uma refeição deliciosa no final das caminhadas… 🙂
Carla Mota says:
Obrigada Margarida. A serra é realmente magnífica e há imensas coisas para fazer.
Ana blog VoupraRoma says:
Eco turismo cada vez mais ganhando espaço no Mundo. Gostei muito e espero um dia conhecer. Bjs
Ana
Carla Mota says:
Obrigada, Ana. Tem que ir lá para conhecer.
Jaqueline Carvalho says:
Olá para eu entender um pouco, o passadiço de Paiva e a Serra de Freitas são próximas certo? Podería sugerir outros locais para irmos caminhar, somos 2 adultos e 2 crianças – 10 e 13 anos, que gostamos de natureza. Obg e adorei as vossas dicas.
Carla Mota says:
Os Passadiços do Paiva e a Serra da Freita fazem parte do Geoparque de Arouca. É tudo muito próximo mas é necessário carro. Eu recomendaria fazer a aldeia de Drave, o PR14, ou o PR15, na Serra da Freita. São boas caminhadas. A primeira mais curta e com piscinas naturais para aproveitar o dia, a segunda é uma caminhada mais longa mas muito bonita.
Augusto says:
A informação sobre os vários percursos não corresponde exatamente ao real, quer no tipo, circular ou linear, quer no grau de dificuldade, quer nos tempos.
Carla Mota says:
Augusto, revisto e actualizado.
Carla Mota says:
Esta foi a informação que nos foi dada pelo geoparque em 2015. Pode ter havido alteração entretanto.