Uma semana depois da inauguração dos Passadiços do Paiva, em 2015, o Viajar entre Viagens preparou a mochila com o picnic, juntou um grupo de amigos e foi percorrer o famoso vale do rio Paiva. Depois disso já voltámos aos Passadiços do Paiva duas vezes, acreditam! Outrora um local só acessível aos mais aventureiros, aqueles que desafiavam as fortes correntes e rápidos em barcos de rafting ou kayaks, o vale é agora acessível a todos, para tal basta percorrer os Passadiços do Paiva. Vamos então partilhar consigo as melhores dicas para visitar os Passadiços do Paiva.
CONTEÚDOS DO ARTIGO
O rio Paiva é um dos rios mais limpos do mundo e foi considerado na década de 90 o rio menos poluído da Europa. Embora muito tenha acontecido desde então, o rio Paiva continua a ter um caudal bastante limpo, com água pura nesta secção e é considerado por muitos dos amantes da natureza, o rio mais bonito de Portugal. Com tantos títulos e elogios, não podíamos deixar passar em branco a oportunidade de conhecer o vale do Paiva e os Passadiços do Paiva.
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A Câmara de Arouca, com o apoio de fundos europeus, construiu um percurso em madeira de cerca de 8 km, quase todo em estruturas suspensas no vale, os Passadiços do Paiva. O percurso dos Passadiços do Paiva liga Espiunca ao Areinho, em Canelas (bem ao lado de Alvarenga) sempre acompanhando as vertentes rochosas e escarpadas ao longo da margem esquerda do rio Paiva. O percurso dos Passadiços do Paiva integra o Geoparque de Arouca.
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Nos Passadiços do Paiva, o percurso pode ser feito nos dois sentidos e se for sozinho terá que voltar para trás, o que perfaz um total de 16 km, já que os Passadiços do Paiva se tratam de um percurso linear. No entanto, como tínhamos vários carros, dividimos os carros pelos dois locais e fizemos os Passadiços do Paiva apenas o percurso para um dos lados, permitindo-nos ter bastante tempo para aproveitar a paisagem, parar para comer, beber, tirar fotografias e até ir a banhos nas magníficas praias fluviais que encontramos no percurso dos Passadiços do Paiva. É isso que aconselhamos que faça nos Passadiços do Paiva.
ACTUALIZAÇÃO 2021 – PASSADIÇOS DO PAIVA: Já não precisa de deixar os carros repartidos nos Passadiços do Paiva. No final do percurso dos Passadiços do Paiva, dos dois lados, há táxis que efectuam o percurso para o outro lado. O preço do percurso de táxi varia entre 10€ e 15€ (depende das suas capacidades de negociação, da procura do dia e do tamanho do táxi). Há táxis normais mas também táxis de 7 lugares nos Passadiços do Paiva.
Se está a pensar fazer os Passadiços do Paiva, leia as nossas dicas para os Passadiços do Paiva com atenção e prepare bem a sua visita aos Passadiços do Paiva de forma a poder ter um dia fabuloso sem contratempos.
ACTUALIZAÇÃO 2021 – PASSADIÇOS DO PAIVA: Entretanto abriram vários pontos de venda de água e comida pelo caminho nos Passadiços do Paiva, mas parecem só funcionar no Verão e aos finais de semana. Contámos 3, para além dos cafés no início e final do percurso dos Passadiços do Paiva. Há um na entrada dos Passadiços do Paiva, no local onde se entregam os bilhetes perto do Areinho, outro próximo da praia do Vau, a meio do percurso dos Passadiços do Paiva, e um outro mais perto do final.
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Nós não somos exemplo para ninguém por isso começámos a caminhar nos Passadiços do Paiva era meio dia e estavam cerca de 35º C! O calor apertava e não corria qualquer vento nos Passadiços do Paiva. Éramos 8, uma das quais uma criança de oito anos (que se portou muito bem e não teve dificuldades nenhumas em fazer o percurso dos Passadiços do Paiva). Aliás, queixou-se menos que os adultos nos Passadiços do Paiva!
A praia do Areinho convidava-nos para um mergulho, mas todos sabíamos que se cedêssemos à tentação iríamos deixar o tempo passar e ficar com moleza para fazer o percurso dos Passadiços do Paiva, especialmente depois de ter visto a subida inicial.
Começar no Areinho foi a melhor opção para fazer os Passadiços do Paiva. A subida inicial nos Passadiços do Paiva faz lembrar a Muralha da China (versão de madeira) já que o passadiço serpenteia as cristas quartzíticas onde o rio talha um vale em garganta profundo. A garganta do Paiva é um dos geossítios classificados no Geoparque e não há dúvida que a sua beleza é fenomenal nos Passadiços do Paiva. As vistas dos Passadiços do Paiva são avassaladoras e vale a pena parar com alguma frequência para regularizar a respiração e ao mesmo tempo contemplar a paisagem do Passadiços do Paiva.
A subida inicial dos Passadiços do Paiva não demora mais de 30 minutos (é aqui que se mostram os bilhetes de entrada) e como prémio do esforço despendido há dois miradouros de nos deixar ficar sem ar. O desnível ronda os 200 metros mas com muito calor a subida dos Passadiços do Paiva pode ser extenuante. A paisagem nos Passadiços do Paiva é maravilhosa e está ao nível dos melhores percursos que já fizemos nos Pirenéus e nos Picos da Europa.
Depois dos miradouros dos Passadiços do Paiva, há que descer. E, a partir dali é quase sempre a descer nos Passadiços do Paiva. Essa é a grande vantagem de começar no Areeinho. Ao longo do nosso trajecto pelos Passadiços do Paiva fomos apanhando bastante sombra, o que tornou o percurso dos Passadiços do Paiva muito agradável e minimizou o efeito do calor. O percurso nos Passadiços do Paiva foi feito quase sempre em passadiço de madeira.
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A determinada altura resolvemos parar numa sombra para fazer o picnic nos Passadiços do Paiva. Como tínhamos começado os Passadiços do Paiva bastante tarde, comemos antes de chegar ao Vau, mas logo que lá chegamos percebemos que tínhamos feito a opção errada. A praia do Vau tem um belo areal, descontinuo, com bastante espaço para evitar multidões e tem também bastante sombra. É um belo lugar para almoçar e dar uns mergulhos nos Passadiços do Paiva. O melhor lugar nem é o início da praia mas a parte final, depois de passar a ponte de madeira e arame nos Passadiços do Paiva.
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Ao chegar ao Vau tivemos uma agradável surpresa: uma ponte de arame que permite ligar as duas margens do rio nesta zona. Embora o percurso dos Passadiços do Paiva não exija que se atravesse a ponte, fazê-lo é quase obrigatório. Do cimo da ponte é possível observar o rio de uma perspectiva completamente distinta daquela que as margens nos dão. Para além disso, dá belas fotografias dos Passadiços do Paiva e os visitantes parecem estar todos encantados. Todo este lugar é idílico.
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Voltamos ao percurso dos Passadiços do Paiva. A determinada altura passámos por uma área onde o rio meandra em torno de um afloramento de rocha dura. É genial; neste local pode-se contemplar a o rio a envolver a rocha e o passadiço de madeira a acompanhar este percurso.
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Um pouco mais à frente, alguns pormenores de geomorfologia fluvial concedem à paisagem características extraordinárias. Uma série de bancadas de quartzito e filões de quartzo dão origem a rápidos sucessivos e a uma sucessão de piscinas naturais em rochas alaranjadas e rosadas. A dinâmica fluvial do rio é mestre por estas bandas. Os amantes da água não vão resistir a este local para dar um mergulho.
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Continuando, o percurso dos Passadiços do Paiva prossegue em direcção a Espiunca, onde uma grande praia fluvial fez as nossas delícias. O trilho dos Passadiços do Paiva termina junto à ponte sobre o Paiva, mas, no Verão, quando o caudal do rio é reduzido, é possível atravessar por baixo da ponte para chegar à praia fluvial. Nós optámos por só tomar banho ali, mas depois arrenpendemo-nos. Há lugares bem mais bonitos, isolados e melhores para ir a banhos ao longo do percurso dos Passadiços do Paiva. Basta escolher um, ou vários, e desfrutar.
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Sobre a ponte, e olhando na direcção contrária à aldeia de Espiunca, existe outro geossítio classificado de interesse particular no Geoparque. Trata-se de uma falha tectónica normal com rejeito de três metros que testemunha o ciclo orogénico Varisco na Península Ibérica.
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No final do dia, estávamos todos radiantes e satisfeitos com os Passadiços do Paiva. Mas, como a maioria dos portugueses, resolvemos terminar a nossa aventura nos Passadiços do Paiva deliciando-nos com a gastronomia local, e não resistimos a um bom bife de Alvarenga. Há muitos restaurantes mas nós recomendamos o original.
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Não perca a oportunidade de experimentar o magnífico vinho verde tinto da casa, servido em malga e que a deixa completamente pintada. Para quem não aprecia o bife frito, pode experimentar o bife ou costelela grelhada que também é muito bom. De sobremesa, não perca a magnífica mousse de chocolate. É de comer e chorar por mais!
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Depois resolvemos pedir duas doses diferentes para partilhar (algo que fazemos frequentemente). As doses são muito grandes e tivemos que nos debater com aquela comida deliciosa mais tempo do que estava previsto. O ex-libris do restaurante é o cabrito assado (maravilhoso), assim como o polvo. A comida estava fantástica com sabor bem tradicional. Parecia a comida de casa da nossa avó, de tão saborosa que era. De sobremesa, bolo de mousse de chocolate! No dia seguinte, tivemos que ir caminhar outra vez…


Procura um alojamento perto dos Passadiços do Paiva? Veja neste artigo as nossas dicas para marcar alojamento através da internet.
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O pequeno-almoço é bom e farto, até aproveitamos para levar um croissant para os Passadiços do Paiva. Ficar em Arouca foi uma excelente opção porque permitiu-nos comprar a merenda de manhã antes de nos dirigirmos para os Passadiços do Paiva.
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Para marcar o hotel São Pedro carregue neste link. Não facilite, nós marcamos o hotel e os bilhetes para o Passadiço com três meses de antecedência. Se o Hotel São Pedro estiver ocupado, estas também são excelentes opções de alojamento, próximas dos Passadiços do Paiva, umas no início do percurso, outras no final, e outra em localidades próximas:


Esta é uma bela opção para se alojar na Serra da Freita, já que permite a proximidade ideal à serra e a Vale de Cambra, além de que a sua localização numa aldeia granítica preservada é um “bónus”. Não é tão conveniente para chegar aos Passadiços do Paiva mas não fica longe. Aproveite para passear pela aldeia. A lareira na sala faz desta casa uma boa opção para Verão e Inverno. As outras casas são a Casa Custódio (duas pessoas), Casa Rosalina (com 4 quartos, uma pequena piscina e um belo rochedo no interior) e Casa Paco de Mato (com dois quartos).
Na primeira vez que fizemos os Passadiços do Paiva não tivemos tempo para explorar muito na região porque já iniciamos o percurso dos Passadiços do Paiva bastante tarde. Porém, vá mais cedo e antes do percurso (ou no final) recomenda-se uma visita ao Centro de Interpretação Geológica de Canelas (pedreira do Valério), a caminho de Espiunca, um dos poucos locais do mundo onde foram encontrados fósseis gigantescos de trilobites do Ordovícico (465 milhões de anos).
ACTUALIZAÇÃO 2021: Da segunda vez que fizemos os Passadiços conseguimos visitar o Centro de Canelas. Vale mesmo a pena! É uma visita muito interessante para conhecer melhor a história da Terra e o mundo dos fósseis.
Os Passadiços do Paiva situam-se no concelho de Arouca, a aproximadamente 65 km do Porto, 120 km de Coimbra e Braga e 310 km de Lisboa.

Faça como nós e desfrute de um belo fim de semana na região de Arouca quando fizer os Passadiços do Paiva.

Se procura algumas ideias para uma escapadinha ou fim-de-semana em Portugal temos algumas sugestões aqui.
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Maria Lourdes Oliveira Barata N Nascimento says:
Somos um casal de 73 anos e pensamos visitar a regiao de Arouca,talvez a ponte pedonal os passadiços temos receio de ter dificuldade,embora estejamos bem,Aceitava sugestoes do que visitar nessa zona,ou se ha possibilidade de apenas fazer uma só parte do percurso dos passadiços.
Carla Mota says:
Depende da sua condição física mas não penso que seja adequado a pessoas de idade. Os meus pais não fariam, têm 75 anos.
Filipe Fernandes says:
Bom dia
Perante aquilo que vi, não achei nada de especial.
Eu estou farto de andar no monte, a ver pedras e eucaliptos e pinheiros.
O próprio passadiço não tem saídas constantes, não tem bares de apoio, não tem casas de Banho, enfim… um lugar bem vendido.
Houve a esperteza de alguém em meter as pessoas num buraco, em que tem pouca vegetação, um riacho carregado de pedras, fico desiludido com aquilo que vi.
Aguarde-mos que melhorem as infraestruturas….
Carla Mota says:
Olá Filipe, lamemto que não tenha gostado. Nós gostamos muito e o rio Paiva é um lugar deslumbrante, um dos rios mais maravilhosos de Portugal.
Jorge says:
Já li todos os comentários e respostas mas não tirei a minha dúvida. É tudo gente jovem de bexiga tranquila por isso ninguém perguntou se/indesejáveis pode esvaziar a dita em caso de necessidade extrema. Claro que há sempre as praias e o rio que em último recurso permitem, com a possível discrição, aliviar a pressão com a consequente é indesejável poluição a jusante. Como vou fazer o passadiço em breve e sou um geronte daí a minha dúvida/questão. Quem informa?
Carla Mota says:
Sim, Jorge, agora há casas de banho em dois pontos do percurso, penso.
Jorge says:
Obrigado. Parabéns pelo vosso site. A V. informação e muito completa, útil e complementada com excelentes imagens. Continuem!
Carla Mota says:
Muito obrigada pelo carinho, Jorge.
Jorge says:
não é “se/indesejáveis” é “se/onde se”.
Andriy says:
Olá.
Sabe dizer se permitido levar animais para passeio?
Obrigado pelo belíssima descrição
Carla Mota says:
Penso que sim. Já vi alguns cães lá.
Paulo Pimenta says:
Olá Carla.
Muito obrigado pela dica e descrição permenorizada no blog.
Tudo de bom e continue com o bom trabalho que tem mostrado.??
Maria Correia says:
Tenciono ir mas estou confusa acerca de onde iniciar o percurso. Adoro caminhadas, mas as subidas são tortuosas para mim porque sou asmática. O que me aconselham? Iniciar em Espiunca?
Carla Mota says:
Está tudo explicadinho aqui no artigo.
Família COSTA says:
Há muito que queriamos lá ir.
Esperamos … E depois de ler este artigo… finalmente resolvemos ir! Obrigado pelas dicas.
Juntamos o útil ao agradável, deliciando os olhos e a alma; sem omitir as nossas papilas gustativas. E que Aventura!
As nossas filhas Letícia (5 anos) e Inês (8): A-DO-RARAM! MERCI.
Carla Mota says:
Força! 😀
Carla says:
Boa tarde. Então recomendaria começar no areinho (estacionamento mais fácil)? Obrigada
Ramiro says:
Dicas: para poupar uns € no Táxi, tente falar com outras pessoas ( mesmo que não as conheça) para ver se querem partilhar o táxi. Nós éramos 2 pessoas, e abordei outro casal que aceitou a nossa proposta de começar no Areínho e partilhar o táxi de Espiunca até lá. Com isso o custo do Táxi foi dividido por 4 em vez de dois.
Atenção que nos vosso artigo falam que o custo da entrada nos Passadiços é de 1€. Na verdade, o custo é de 4€ por pessoa se for presencial e metade ( 2€ ) se a compra for feita online.
Outra nota: está a ser construído a maior ponte suspensa de toda a Europa (foi assim que mo venderam) que vai ligar as duas margens (Alvarenga à zona onde está a bilheteira do lado do Areínho) que vai ser para o ano inaugurada e irá ser mais um grande atrativo!
Carla Mota says:
Obrigada pela partilha.
Carla Mota says:
Sim, mais fácil para estacionar e mais fácil para fazer o percurso.
Taxis-Arouca says:
Boa Noite
Mesmo quando os passadiços abriram os preços são iguais.
Os preços dos Táxis são a Táximetro como qualquer Táxi
Preços Carros de 4 Lugares onde o preço de 1 ou 4 pessoas é igual Espiunca até Areinho ou Areinho-Espiunca a semana 12,45€ e 15,00 fim de semana feriados ou noite das 21.00 horas ás 06.00horas
Táxis como lotação superior a 4 lugares( monovolumes carinhas) semana 15€ semana fim de semana feriados ronda 18,00€. Os valores de um carro de 4 lugares sempre mais económico que um de mais de 4 lugares.
Carla Mota says:
Obrigada pela informação.
Fernando Vaz says:
Para usufruto daquilo que a natureza nos oferece, os Caminheiros da Liga dos Amigos da Mina de São Domingos – Sacavém, deslocaram-se no final da passada semana, dias 21/22 Outubro 2017, a Arouca, tendo como foco percorrer os Passadiços do Paiva. E foi um fim-de-semana em cheio. O percurso pelos Passadiços é uma maravilha. Grande Obra! Linda paisagem! Recomenda-se a quem ainda não conhece. A visita cultural ao Museu de Arte Sacra serviu para apreciar e admirar aquele que para nós é o mais rico museu no País no contexto daquela arte. Na visita à Casa do Pão de Ló degustamos os deliciosos produtos que lá são produzidos. Tudo isto após o piquenique na Senhora da Mó, com uma vista deslumbrante. A nossa visita foi ainda mais enriquecida pelo acompanhamento da simpática e competente jovem que nos guiou durante a nossa estadia e também pela excelência das instalações do Hotel São Pedro, local onde pernoitamos e tomamos as refeições, tendo sempre presente a admirável simpatia, amabilidade e profissionalismo do pessoal ao serviço do Hotel, apreciação extensível à Quinta do Pomar Maior, onde pernoitaram alguns dos nossos acompanhantes. Ficou-nos a água na boca para repetição da visita a Arouca e ao Hotel São Pedro, o que faremos.
Carla Mota says:
Obrigada pela partilha.
Miguel Brandao Táxi Miguel says:
Boa Noite
Convém corijir o preço dos Táxis onde informa de 10€ a 15€.
Em caso algum um táxi num trajeto de Espiunca Areinho poderia custar 10€ à não ser a dividir com outras pessoas.
O preço Espiunca até Areinho ronda entre 12,45 a semana num carro de 4 lugares 15€ a semana carros superior a 4 lugares valor entre os 15€ e os 18€.
Até 4 lugares convém apanharem os carros visto as Monovolumes e alguns carros terem tarifas superiores
Algum esclarecimento disponham
Táxi Passadiços do Paiva 919472390
Carla Mota says:
Obrigada pela correcção. Os preços que aqui colocamos foi o preço que nos pediram quando o passadiço abriu. Obrigada pela actualização dos preços.
sara sousa says:
É muito bonito
Carla Mota says:
Obrigada
Nelson Rui Nunes says:
Parabéns pelo Blog e pela forma como está estruturado. Faz-nos querer ir…
Gostaria apenas de fazer um pequeno reparo, o link apresentado para o Geoparque de Arouca vai parar a uma página em alemão. Mais uma vez parabéns pela iniciativa e obrigado pela informação.
Carla Mota says:
Obrigada pelo comentário e pelo reparo. Deve ter alterado o link e nós não nos apercebemos. Já alteramos. Muito obrigada. 😀
Teresa Tairum says:
Quero ir de Lamego para os passadiço qual o melhor trajecto?
Arminda Borges says:
Já estive na serra da freita e adorei. Paisagens que nos enchem a alma. Próximo sábaddo vou fazer os passadiços.
Carla Mota says:
Arminda, gostou?
Daniela Lisboa says:
Olá!
Blog excelente e recomendações excepcionais, parabéns!
Irão voltar a fazer este percurso a 18 e 19 de Junho? É possível acompanhar-vos?
Obrigada.
Carla Mota says:
Olá Daniela. Nós vamos dia 18 com amigos. Não vamos organizar nada. 🙁
Diogo says:
Como Alvarenguese, e Arouquense, acho que o artigo está muito bem elabora e descreve muito bem a boa aventura que é uma visita aos passadiços do Paiva.
Contudo, não posso deixar de concordar com o que diz a Mariana.
Para quem não tiver disponibilidade física, e até mesmo quem tenha, é preferível começar pela Espiunca e terminar no Areínho, para ir aquecendo o corpo e evitar lesões físicas, bem como situações de ansiedade e falta de ar, como presenciei no ano passado. No entanto, percebo também a opção Areínho-Espiunca. E aqui, aconselha-se que o percurso seja feito com muita calma e que sejam feitos alguns exercicios de aquecimento antes de começar.
No entanto, seja de um lado ou do outro, desfrutem da paisagem que isso revigora qualquer esforço fisico inicial.
Quanto ao estacionamento, do lado do Areinho já está disponivel, para além do parque da Praia do Areínho, um parque de estacionamento dedicado aos passadiços para autocarros e automóveis (cerca de 400 veículos, pelo que ouvi).
Visitem Arouca, não apenas pelos passadiços, mas também pela sua gastronomia, e demais paisagens (serra da Freita, Montemuro, entre outros…)
Manuel Mogo says:
As informações são boas excepto levar dois carros. Se possível não leve nenhum ou se tiver amigos que o deixei e o apanhem melhor. O estacionamento digno desse nome é quase inexistente. Quem estaciona tem que o fazer contra cárias regras do código da estrada.
Carla Mota says:
Agora já tem estacionamento.
Andre Luís says:
Carla, por favor. Você sabe se é possível chegar ao Passadiços do Paiva utilizando transporte público?
Grato.
Carla Mota says:
Olá André. Quando eu fui lá não era. No entanto, em Agosto do ano passado pensou-se fazer isso para a época alta. Não sei como ficou. O ideal é telefonar para o Turismo de Arouca e perguntar. Eles devem saber como está a situação actual.
Germana Salgado says:
Adorei o blogue, já percorri este belo passeio em família, minha filha com 12 anos. O percurso foi no sentido Areinho / Espiunca e ao fim do dia o inverso. Adoramos e recomendo.
Carla Mota says:
Obrigada, Germana.
M mogo says:
E tudo verdade o q se diz aqui. Estacionamento.esqueça ou chega de madrugada ou deixa o carro mal estacionado ( ou seja em transagrecao) . Afinal estamos a falar de natureza que não deve ser alterada para fazer chegar centenas de carros . Talvez limitar um pouco mais o nr de visitantes ou organizar autocarros para transportar as pessoas aos locais de partida
Paulo says:
Muito bom Carla, pela formação que vejo que tem talvez lhe interessasse visitar as mamoas de “chão de brinco” numa das freguesias vizinhas aos passadiços, Nespereira. Deixo-lhe aqui um “apanhado” de locais possivelmente de interesse para a sua área. https://jf-nespereira.pt/101
Carla Mota says:
Obrigada, Paulo. Vou espreitar. 🙂
Gloria says:
Muito bom!
Carla Mota says:
Obrigada
Tiago Pinheiro says:
Experimentei o novo serviço da Transdev para visitar os Passadiços do Rio Paiva e recomendo.
Simples, cómodo e muito acessível.
Jorge says:
Estimados clientes, por motivos que nos são alheios informamos que a partir do dia 01 de Julho de 2016 deixaremos de realizar o serviço de transporte dos Passadiços do Rio Paiva (Arouca-Areinho-Espiunca).
Agradecemos a vossa compreensão e pedimos desde já desculpa por qualquer inconveniente causado.
Eduardo Ferreira says:
Do que conheço da região, as razões para visitar o Paiva, não irão faltar. Fiz apenas um passeio desde a Sª da Mó ao Centro Interpretativo de Canelas, algumas idas a Alvarenga e um passeio/apanha de cogumelos, seguido informação/identificação e de jantar em turismo rural. Uma visita ao Mosteiro de Arouca e mais alguma pesquisa. Mas sei que há muita história de “encantar”, minas, fauna e gastronomia naquela região. Vale mesmo a visita. Penso contudo que corremos o risco do turismo de massa e oportunismo “canibal”. Eu preferia que nos movimentasse-mos no sentido de dar ao cidadão oportunidade de “aprender”, fruir e interagir. Visitas guiadas e transporte organizado de pessoas é imprescindível. As estradas, o relevo e a preservação dificilmente se coadunam com multidões. Em caso de “acidente/incidente” vai ser muito difícil de actuar. Os agentes de “Turismo” local tem que ser muito pró-activos, alinhados e inventivos ou irão matar a galinha dos ovos doiro. Sugiro que estimulem outros “públicos” que sirvam de “guia pacato” ao turista de “impulso”, que motiva os negócios de “ocasião” para arrecadar dinheiro fácil. Muita formação e informação aos agentes no local. Apresentem os recursos de forma integrada e de forma a privilegiar o dia todo (pelo menos)! Os apressados são um perigo para os restantes.
Carla Mota says:
Obrigada pela partilha
Mariana says:
Adorei o artigo mas discordo completamente na origem do trajecto. Sou arouquense e conheço bem a praia do areinho e acho que não há melhor local para terminar uma jornada como é a dos passadiços. Além disso a nível físico é preferível que o corpo vá aquecendo ao longo de 6 km e depois tenha uma subida seguida duma descida com vistas deslumbrantes. Executando o trajecto no sentido oposto apanhamos uma subida muito exigente para a qual o corpo ainda não está pronto, começamos o percurso já demasiado cansados.
Carla Mota says:
Obrigada pela sugestão.
Julio Dinis Sousa says:
Parabéns aos autores pela divulgação de parte deste maravilhoso curso de água
e pela paisagem envolvente.
Felicidades para as vossas viagens
Blog muito útil
Carla Mota says:
Obrigada, Júlio.
sara sousa says:
Émuito bonito vonito
Carla Mota says:
Obrigada. 😀