Las Médulas é uma paisagem surreal no norte de Espanha, na província de Léon, perto de Ponferrada. Terras vermelhas e laranjas, como cicatrizes saídas das entranhas da terra e que resultam de uma técnica de extracção de minério utilizada pelos romanos há mais de dois mil anos, fizeram de Las Médulas um lugar único no mundo. Vamos visitar Las Médulas!
CONTEÚDOS DO ARTIGO
Las Médulas localiza-se bem próximo da cidade de Ponferrada, a cerca de 3 horas de carro do Porto. Para chegar a Las Médulas o melhor é colocar a povoação de Las Médulas ou a cidade de Ponferrada no GPS. No entanto, para ter uma ideia, do Porto, o melhor é apanhar a autoestrada até Chaves e daí apanhar a A52, a OU-533 e a N-120, em Espanha.
Las Médulas é um óptimo local para explorar especialmente na Primavera e no Outono, quando as precipitações são raras e o calor ainda não aperta. No Verão também é bom para visitar Las Médulas mas pode estar demasiado calor para fazer os trilhos de Las Médulas. O Inverno pode ser uma óptima opção mas terá que se preparar para o frio em Las Médulas.
Para visitar Las Médulas e ter uma ideia geral da natureza da paisagem basta um dia, ainda que longo. No entanto, toda a região de Las Médulas é muito bonita e vale a pena dedicar-lhe no mínimo dois ou três dias. Foi isso que nós fizemos em Las Médulas. Dedicamos um fim-de-semana inteiro a Las Médulas. Fomos na sexta-feira à noite e voltámos no domingo à noite de Las Médulas.
Estes foram os restaurantes onde comemos na nossa viagem a Las Médulas e que gostamos, por isso recomendamos.
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Há várias opções de alojamento quando visitar Las Médulas. A primeira coisa a decidir é onde se alojar em Las Médulas. A escolha do local depende do que quiser fazer em Las Médulas e de como quiser fazer em Las Médulas.
Para quem quiser fazer trilhos na região de Las Médulas, nomeadamente como nós fizemos, esta é a melhor opção em Las Médulas. Melhor ainda do que ficar na povoação de Las Médulas, já que não precisa de fazer uma subida extenuante a pé para chegar ao mirador de Orellán. Nós alojámo-nos na Casa Louteiro, uma casa muito alternativa, toda construída de forma ecológica, com recurso a energias alternativas, com tudo feito em madeira pelo proprietário.
Na realidade a Casa Louteiro é uma pequena aldeia com casas convertidas em pequenos “apartamentos” e adequado para famílias. Os quartos têm direito a pequeno-almoço servido no bar, com uma vista incrível sobre o vale. A aldeia é magnífica e tem um ambiente fantástico em Las Médulas. Nós marcámos a casa no booking (que lá aparece como Louteiro de Las Médulas) alguns dias antes da viagem. Outra opção na aldeia é o El Lagar De Las Medulas, mesmo no início do trilho de Las Médulas. O O Palleiro do Pe do Forno é também uma excelente opção em Las Médulas e, embora não tivemos ficado lá alojados fomos lá jantar. O rabo de ternera com puré de castanhas é delicioso. Se estiver já tudo esgotado, ainda pode alojar-se em Os Feleitos.
Muitas pessoas optam por ficar alojadas mesmo em Las Médulas. É uma boa opção mas prepare-se para um trilho mais limitado e mais exigente em termos físicos para chegar ao Mirador de Orellán. Em Las Médulas, há algumas opções, sendo que a mais económica é o Hotel Medulio, mas a mais popular e, provavelmente a melhor, é o Complejo Rural Agoga de Las Médulas. Outra opção muito procurada e que esgota rapidamente são as cabanas de madeira de Lares · Cabañas Rurales.
A aldeia de Carucedo é também uma excelente opção para alojamento mas menos rural do que as anteriores para Las Médulas. Dito isto, tem mais opções de alojamentos e restaurantes, mas não deixa de ser uma aldeia. Desde o Hotel Rural La Peregrina até ao aluguer de casas particulares como a Casa Magosto, a Casa do Eiró (que fica junto ao lago), ou a Casa Rural El Cabo.
Se preferir uma aldeia mais tranquila tem Borrenes, a poucos quilómetros de Las Médulas e perto de Orellán. Ali tem o belo Cornatel Médulas, uma quinta tradicional ecológica que disponibiliza bicicletas aos seus clientes em Las Médulas.
Apesar de o principal centro de interpretação de Las Médulas ser nesta localidade, esta fica um pouco longe de Las Médulas e não tem grandes atractivos nas redondezas. Sendo assim, não nos parece uma boa escolha para alojamento. O centro está fechado ao fim-de-semana por isso não visitámos.
Apesar de já ser a 25 km de Las Médulas, Ponferrada pode ser uma boa opção de alojamento já que é uma cidade com belas atracções, nomeadamente o castelo dos templários. No início estávamos indecisos em alojar-nos ali ou em Orellán, acabando por nos decidir pelo segundo quando fomos a Las Médulas. Como visitámos Las Médulas e Ponferrada, para nós teria sido igual. No entanto, a escolha de alojamento em Orellán permitiu-nos no dia de trilho não precisarmos de pegar no carro e fazer tudo a pé. Só no domingo é que pegámos no carro para visitar Ponferrada e os arredores. Se optar por alojar-se em Ponferrada, o ideal é ficar na zona histórica (muito bonita). A parte nova da cidade é bastante descaracterizada. O Hotel El Castillo, de frente para o castelo, o Piso em Casco Antiguo, um apartamento na praça principal da zona antiga, o Hostal Virgem de la Ensina, o Hotel Aroi Bierzo Plaza ou o Albergue Guiana são as melhores opções na cidade.
A organização do dia em que vai explorar Las Médulas é importante de forma a optimizar bem o que vai ver e permitir, num dia de trilho em Las Médulas, ver tudo sem grande esforço. A maioria das pessoas vai para a povoação de Las Médulas e de lá sobe ao miradouro. Má aposta e já lhe explicamos porquê!
A Rota dos Conventos é um trilho circular que permite explorar toda a região de Las Médulas com alguns pequenos desvios, totalizando cerca de 12 km, tornando-se ideal para fazer num dia em Las Médulas.
O ideal é começar o trilho da Rota dos Conventos em Orellán quando for a Las Médulas. Nós alojámo-nos precisamente aí, depois de pesquisar bem como queríamos organizar o nosso dia em Las Médulas. Deixámos o carro estacionado na casa Louteiro, onde chegámos na noite anterior e, de manhã depois do pequeno-almoço, começámos logo a caminhar em direcção à aldeia de Orellán.
Começámos o trilho de Las Médulas na aldeia, onde existe um painel informativo com o trajecto, a Rota dos Conventos. Como não tínhamos ainda mapa do trilho de Las Médulas, tiramos fotografia ao painel e foi com esse mapa que fizemos o trilho.
Na aldeia seguimos o trilho de Las Médulas que sai da estrada e entra na zona de cerejeiras (que nesta altura do ano estavam carregadas de cerejas) e sobe em direcção ao Mirador de Orellán. O trilho é um bocado exposto ao sol nesta secção mas é lindo. Pode-se ir pela estrada até ao mirador, mas perde-se uma parte do trilho muito bonita.
Antes de chegar ao mirador de Orellán encontra-se uma cabana de madeira à esquerda e a seta “Galerias Las Médulas”. Esta é a entrada para visitar as galerias das antigas minas de Las Médulas. A entrada custa 3€/pessoa e é necessário usar uma touca e um capacete. Depois percorre-se um pouco das galeias escavadas pelos mineiros (escravos) romanos até alcançar uma abertura da cavidade de Las Médulas. Esta varanda com vista sobre Las Médulas corresponde a uma das galerias que ruiu. Vale bem a pena a visita.
O Mirador de Orellán garante as melhores vistas sobre as formações rochosas de Las Médulas. Dedique-lhe algum tempo e contemple bem a paisagem de Las Médulas. Nunca terá uma perspectiva tão boa sobre Las Médulas como esta.
Depois de visitar o Mirador de Las Médulas, o trilho segue em direcção a Las Médulas, mas antes de começar a descer pelo bosque ainda vai encontrar uma bifurcação do trilho de Las Médulas. Se virar à esquerda vai em direcção a Pedrices, pela Senda Perimetral. Nós optámos por virar à direita, em direcção a Las Médulas. Foi indicação do nosso anfitrião. Acho que foi a melhor escolha. Nesta descida nas Médulas, percorremos o trilho pelo bosque de carvalhos, muitos milenares e centenários. O trilho é sempre a descer. Quem deixa ficar o carro em Las Médulas tem que fazer o trilho todo a subir, o que com o calor torna o trilho muito mais cansativo. Se começar em Orellán faz um percurso circular, sem precisar de subir e descer. Quando chegar à fonte de água, abastece de água fresca e potável. Aí não desce mais em direcção a Las Médulas.
Na fonte de água (na realidade uns metros antes) há um corte à direita em direcção a Cuevona e La Encantada. Esta Senda de las Valiñas é das partes mais belas do trilho de Las Médulas e vale mesmo a pena percorrê-la.
Cuevona é uma cova gigantesca que corresponde à entrada de uma galeria da mina de Ouro dos romanos. Esta entrada é enorme e, embora esteja encerrada, permitia entrar para um conjunto de galerias onde se fazia a exploração do ouro no interior da mina.
Um pouco mais à frente aparece mais uma cavidade, uma galeria das minas, é La Encantada. Nesta galeria de Las Médulas, ao contrário da anterior, é possível entrar e explorar as antigas galerias abandonadas, os canais que eram inundados de água para drenar as minas e levar os materiais em direcção aos rios e lagos que se encontravam a jusante. Veja o nosso vídeo para perceber como era extraído o ouro das minas.
Depois de explorar La Encantada tem que voltar atrás cerca de 30 metros para apanhar um trilho (que não tem sinal) e que se situa entre a Cuevona e La Encantada e lhe permite descer em direcção à povoação de Las Médulas. A povoação é o lugar ideal para almoçar. Foi isso que fizemos.
Em Las Médulas está o centro de recepção dos visitantes daí que a maioria das pessoas comece o trilho aqui. Nós só arranjámos o mapa do trilho neste momento do percurso. Não nos fez falta, já que o trilho está sempre marcado (e bem marcado), com sinalização e placas com os destinos. No entanto, quando chegámos ao centro aproveitámos para saber um bocadinho mais sobre a região e o que estávamos a ver.
Depois do almoço em Las Médulas, seguimos em direcção ao Lago Somido, um dos lagos onde eram peneirados os sedimentos transportados pelos rios. Antes de chegar ao Lago Somido há mais dois lagos pequenos. Era ali que se fazia a extracção do ouro já que este lago fazia parte do cone de dejecção dos materiais das minas. Pode perceber mais sobre isto vendo o nosso vídeo.
Do lago Somido basta caminhar mais 500 metros para alcançar o mirador de Chao de Maseiros, com vista sobre o vale de Las Pedreras e Peñrrubia. A vista é magnífica e vale mesmo a pena caminhar mais este bocadinho em Las Médulas. Depois há que regressar novamente para trás em direcção à povoação de Las Médulas.
Na saída (ou entrada) da povoação de Las Médulas fica a Aula Arqueológica, um pequeno museu de arqueologia com uma explicação sobre as minas e os métodos de extracção nas galerias das minas romanas. É um bom local para visitar e para compreender melhor a exploração mineira que ali ocorria. A entrada individual custa 2€/pessoa.
De seguida, deve-se seguir a estrada em direcção a Carucedo. No entanto, cerca de 500 metros depois de sair da povoação de Las Médulas há que apanhar um trilho à direita (cuja placa está completamente apagada pelo sol e pela chuva). A Rota dos Conventos recomeça ali, subindo ligeiramente em direcção a Orellán.
O Mirador de Los Jardins del Rey em Las Médulas é o primeiro mirador que vai encontrar neste percurso. Marca o final da subida no trilho. Tem que se olhar para trás para ser as formações rochosas. É uma bela perspectiva de Las Médulas ao entardecer.
Um pouco mais há frente há um corte à esquerda para o Mirador da Frisga. Vale a pena descer e percorrer os 700 metros de trilho para ter uma visão global do vale e do lago Carucedo em Las Médulas. De seguida, há que voltar atrás e regressar à Rota dos Conventos, seguindo em direcção à Aldeia de Orellán, onde termina o trilho.
A cidade de Ponferrada é uma bela cidade com um centro histórico medieval com um castelo que data do século XIII do período em que os templários ocuparam esta região do Bierzo. As praças da cidade são encantadoras e cheias de belos locais para beber um copo e jantar. Ponferrada fica no Caminho de Santiago e por isso as referências ao Caminho são frequentes.
O Castelo de Cornatel, do século XIV, localiza-se num promontório rochoso magnífico e a sua localização é deslumbrante. A visita ao interior é paga (3€/pessoa) e tem painéis informativos. Uma vez no exterior não deixe de se sentar naquele que é considerado o mais belo banco de El Bierzo.
O castro de Borrenes corresponde a um povoado castrejo em que as casas são rodeadas por uma muralha. O Castro nunca chegou a ser ocupado por isso não há muitos restos das habitações, apenas das muralhas. Para lá chegar é possível levar o carro através de uma estrada de terra batida, mas depois encontrará um sinal a partir do qual só poderá prosseguir a pé.
Já bastante distante de Las Médulas fica Llamas de Cabrera, uma aldeia perdida nas serras. Não fosse um trilho magnífico para apreciar os canais de irrigação criados pelos romanos e que levavam a água até Las Médulas e nunca teríamos ali ido. A aldeia é muito bonita e está bem preservada, mas infelizmente praticamente deserta. Há um painel informativo à entrada, com indicação do trilho. O trilho que permite ver os canais pode ser feito de forma circular, começando-se pelo canal 3 e depois, na intercepção, virar à direita e percorrer o canal 1. A junção destes dois tramos distintos perfaz cerca de 6 km de trilho, muitas vezes dentro dos próprios canais romanos. Estes eram os canais que transportavam a água até às minas de ouro de Las Médulas e que depois iam inundar as galerias das minas.
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Maria Eduarda says:
Olá, Carla! Gostei muito do posto, muito rico de informações.
Uma dúvida, é possível ir com criança? Qual seria o melhor trajeto?
Ana Carolina says:
Como sempre adoro seus artigos, cheios de lugares encantadores. Ainda não tinha ouvido falar na Las Medulas Ponferrada mas acabei de incluir na lista dos lugares que quero conhecer
Carla Mota says:
Vale a pena, Ana. Las Medulas é uma maravilha da natureza e da obra humana em Espanha.
Murilo Pagani says:
Eu estou impressionado com essas paisagens de Las Médulas (Ponferrada).
Eu escuto falar tanto das cidades urbanas com belas arquiteturas e praias da Espanha, mas nunca imaginei que daria para incluir destinos como este em um roteiro!
Obrigado!
Carla Mota says:
Murilo, as formações rochosas de Las Médulas são fantásticas. Vale a pena.
Hilário Oliveira says:
Parabéns pelo seu excelente trabalho.
Quando tiver oportunidade venha conhecer as Minas da Campeã, entre as serras do Marão e Alvão.
Teremos todo o gosto em colaborar na descoberta deste rincão único de Portugal, a 50 minutos do Porto.
reconhecido.
Hilário Oliveira
Casa da Cruz – Campeã
Carla Mota says:
Obrigada.
Igor Augusto says:
Esse lugar na Espanha me encanta muito… Olha, esses formações rochosas rendem boas fotos, e a região tem muito o que fazer além disso. Post completíssimo, muito obrigado por ele! ? Quero conhecer Ponferrada!
Carla Mota says:
Vale a pena mesmo. Vaia adorar visitar Ponferrada e as Médulas.
Liliana says:
Recomendo a visita. Paisagens lindas e únicas. Segui algumas das vossas dicas, só ressalvo a escolha do trilho. Fiz alguns ajustes nas vossas sugestões mas dicas muito pertinentes. Obrigada e continuem a partilha
Carla Mota says:
Obrigada, Liliana. Ainda bem que gostaste. Não gostaste do trilho que fizemos? Qual fizeste?
Liliana says:
Olá Carla. Não completei o trilho dos Conventos por ser muito longo. Comecei no Mirador de Orellan e segui o perimetral e depois rumo às medulas. Ainda me perdi no meio das encostas, ahaha, faz parte. Ainda assim foram 6h de jornada com picnics a valer. A subida pela floresta até ao Mirador Orellan foi 1km com alguma resistência mas com uma paisagem única. Sem dúvida uma viagem única. Obrigada
Carla Mota says:
Obrigada, Liliana pela tua partilha. Foi por isso que fizemos ao contrário, para não ter que subir pela floresta até ao mirador. Fizemos essa parte a descer e assim custou bem menos. As Médulas são maravilhosas.
Hermínio Tavares says:
Parabéns e obrigado pela partilha do roteiro, segui à risca e bateu tudo certo.
Foi excecional!
Carla Mota says:
Que maravilha! Muito obrigada por nos contar. 😀 bjinhos
Alina Martins says:
Imagens TOP. Trilho a fazer um dia destes..
Carla Mota says:
Alina, vai adorar. É magnifico. 😀
Tânia says:
Olá
Boa tarde 🙂
Eu vou a Las Médulas a 24 de Setembro. É possível acampar por lá em qualquer sítio? Agradecida!
Parabéns pelo blog e obrigada pela partilha, irei seguir o conselho 😀
Beijinhos
Carla Mota says:
Há camping no alojamento onde ficamos. Pode acampar lá.
Roberta Lan says:
Essas fotos estão DI-VI-NAS! Que sol absurdo! Já quero conhecer!
Carla Mota says:
Obrigada
Filipa Santos Sousa says:
Eu que vou tantas e tantas vezes à Galiza tenho mesmo que começar a explorar outros sítios no Norte de Espanha… Estas fotos abriram-me o apetite para conhecer León… Parabéns pelo trabalho e dedicação! … E ótimas viagens 🙂
Carla Mota says:
Obrigada 😀
Catarina says:
Recordam-se se ir de carro até Orellan (começando no miradouro) se tem uma boa estrada até lá, quero com isto dizer se não é curva e contra curva numa estrada estreita ou se será melhor deixar o carro na povoação de Las Médulas e fazer o restante trajecto a pé? Obrigado
Carla Mota says:
O carro vai bastante bem até lá. É tranquilo.
Flávia Donohoe says:
Nunca tinha ouvido falar dessa região, é de uma beleza incrível, dá muita vontade de conhecer! As fotos também ficaram maravilhosas!
Carla Mota says:
Obrigada. É magnífico.
angela sant anna says:
nunca tinha ouvido falar desse lugar, adorei as formações, especialmente por causa da cor laranja! muito diferente no meio desse verde todo!
Carla Mota says:
É lindo demais.
Lulu Freitas says:
Adoro ler sobre lugares que não conheço. Muito bom o texto, aprendi muito. O visual é realmente muito diferente! A terra vermelha com a vegetação faz uma combinação linda. Bom que o passeio é possível ser feito também a partir de Portugal.
Carla Mota says:
Obrigada
Ana Morize says:
Que lugar incrível. Adorei conhecer um pouco do lugar através do seu texto e fotos.
Carla Mota says:
Obrigada
Anna Luiza Santiago Magalhães says:
Que lugar magnífico. Nunca tinha ouvido falar. Adorei assistir ao vídeo. E o post está bem completinho, o que é ótimo!
Carla Mota says:
Obrigada
Luiza Cardoso says:
Que show de trilha essa! A Rota dos Conventos é muito linda, hein? Uma parada mais legal do que a outra. A parte que parece ser mais legal é as galerias de Las Médulas! Deve dar um medinho andar por elas né? São super estreitas! haha! 🙂
A Mirador de Orellán é bem linda também!
Nunca tinha ouvido falar desse trekking, mas já fiquei com muita vontade de fazer! =)
Carla Mota says:
É lindo demais, Luiza. Tem que experimentar. 😀
Nana says:
Fico chocada como tem lugar lindo que a gente. (Pelo menos eu) nao faz ideia que existe!! Adorei!!!
Carla Mota says:
Obrigada
Ruthia says:
Apontado! Quando for já tenho todas as dicas
Carla Mota says:
Obrigada 😀
Lusa Pinto says:
Gostei muito do texto e, fotos e videos.
Carla Mota says:
Obrigada 😀