Lanzarote é a ilha nas Canárias, e pertence a Espanha. Lanzarote é uma ilha vulcânica e, como tal, é uma ilha negra. Negra da cor da lava. Negra da cor dos vulcões. E tão negra que isso dá cor de algumas das suas praias. Lanzarote é uma ilha vulcão. Com tudo isto pode pensar que visitar Lanzarote é demasiado escuro e depressivo, nada disso!
Lanzarote é uma das ilhas mais belas do Atlântico e do mundo e faz lembrar a Big Island, no Havai. Se algum dia sonhou em ir ao Havai e ainda não conseguiu, então comece já por esta ilha da Canárias.
Visitar Lanzarote é maravilhoso e pode ser muito fácil, especialmente se tiver as dicas certas. Se é isso que procura, vai encontrar no Viajar entre Viagens imensas informações para transformar a sua viagem num autêntico sucesso. Em Lanzarote pode encontrar praias de areia dourada na ilha e em La Graciosa, para além de imensas praias lindas de areia negra.
Lanzarote é uma ilha extraordinária para quem procura praia, trilhos fantásticos na natureza, relaxar e lugares incríveis para ver o pôr do sol. E, para além disso, é um destino de viagem sustentável, sem multidões e impactos nefastos. Lanzarote tem ainda uma gastronomia extraordinária, com sabores do mar que acompanham os vinhos de Lanzarote, produzidos nas lavas solidificadas e protegidos do vento em La Geria.
CONTEÚDOS DO ARTIGO
Lanzarote é todo um mundo novo a descobrir. Na ilha tem vulcões e praias. Tem uma diversidade paisagística incrível. Lanzarote é, para nós, a ilha mais bonita das Canárias.
Lanzarote é uma ilha mágica. É difícil visitar Lanzarote sem sentir algo que parece que anda no ar, uma energia muito positiva e uma ligação harmoniosa entre homem e natureza. Ali sente-se mesmo algo muito especial. É uma ilha onde o negro domina a paisagem mas onde as cores vivas contrastam com a cor da lava vulcânica. É uma ilha para amantes de natureza, de trilhos e paisagens virgens.
Lanzarote é uma ilha para para se descobrir devagar, para se sentir e para se escutar. A ilha é um lugar muito especial, aproveite-a bem.
Lanzarote é uma das ilhas que compõem o arquipélago das Canárias. É uma das ilhas mais próximas de África, estando a pouco mais de 100 km do continente africano e à latitude do deserto do Sahara. Juntamente com Fuerteventura e alguns ilhéus como a ilha La Graciosa, constituem o grupo oriental das ilhas Canárias.
Lanzarote é uma das ilhas mais cruas e selvagens das Canárias e, tal como La Palma e Tenerife, com um vulcanismo e uma paisagem vulcânica muito presente e visível. Viajar em Lanzarote é maravilhoso e é uma oportunidade incrível de conhecer o melhor das Canárias.
Visitar Lanzarote não é difícil. O difícil será organizar o seu roteiro, adaptando o tempo que tem disponível aquilo que pretende fazer. Contudo, para saber como visitar Lanzarote, especialmente como chegar, como se deslocar na ilha, o que visitar, onde dormir, assim como o custo de vida, vamos partilhar aqui as nossas melhores dicas.
Lanzarote é um destino de natureza, conciliando a praia e os trilhos, daí que a melhor altura para as visitar seja na Primavera e Outono, quando o calor não é tanto e o tempo está bom para conciliar praia e natureza. Contudo, no Verão é a época alta em Lanzarote, já que o calor transforma a ilha num destino de praia. Assim, se procura apenas praia, visite entre os meses de Junho a Setembro, quando as águas da ilha estão mais quentes e os dias são longos e muito solarengos.
Porém, para nós, a Primavera e o Outono é a altura ideal para visitar Lanzarote. Na Primavera e no Outono tem outra vantagem, tudo é mais barato e há muito menos gente em todo o lado. No Verão, a temperatura da água é de cerca de 23ºC. Já na Primavera e Outono ronda os 21ºC, pelo que não há grandes diferenças. Lanzarote é uma ilha extremamente árida, a probabilidade de apanhar chuva é muito reduzida em qualquer altura do ano.
| Janeiro | Fevereiro | Março | Abril | Maio | Junho | Julho | Agosto | Setembro | Outubro | Novembro | Dezembro | |
| Temperaturas Médias da Água | 20º | 19º | 19º | 19º | 20º | 21º | 22º | 22º | 23º | 23º | 21º | 20º |
| Temperaturas Médias do ar | 19º | 18º | 19º | 19º | 20º | 21º | 22º | 23º | 23º | 23º | 22º | 20º |
| Precipitação (mm) | 5 | 7 | 6 | 3 | 5 | 2 | 2 | 10 | 5 | 28 | 12 | 7 |
A melhor forma de chegar a Lanzarote é voar. Nós voámos de Vigo para Lanzarote e regressámos para Vigo, por isso, vamos partilhar os preços dos nossos voos. Voámos de Vigo porque os bilhetes eram mais baratos, e como vivemos em Guimarães, Vigo fica apenas a uma hora de carro. Do Porto e de Lisboa há voos directos para Lanzarote, a maioria com escala em Madrid. Pode encontrar aqui voos para Lanzarote aos melhores preços. Nós voámos por cerca de 300€ (para duas pessoas porque compramos os voos 15 dias antes da viagem). Se comprarem com antecedência é muito mais barato.

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Tal como já lhe dissemos, Lanzarote não é uma ilha cara, contudo, se não for disciplinado é fácil derrapar no orçamento, especialmente na altura das refeições. Tenha sempre em mente que os restaurantes em Lanzarote são relativamente caros, mas nada de especial, basta ser regrado. Há supermercados, que praticam preços normais. Nos quatro dias de viagem em Lanzarote gastámos 629€/pessoa.
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Lanzarote é uma ilha maravilhosa! Linda! Até agora é a nossa ilha preferida nas Canárias. Mas Lanzarote pode ser um destino muito diversificado, consoante aquilo que procure na ilha.
Por isso, o ideal é visitar Lanzarote com tempo para aproveitar tudo o que esta pequena mas maravilhosa ilha tem para oferecer.
Os dias que precisa depende do tempo que tem disponível. Este roteiro de Lanzarote está feito para 5 dias, mas se tiver mais tempo pode dividir cada dia em dois, já que alguns dias são bem corridos. Se não tiver tempo, diria que em 4 ou 5 dias consegue ver o melhor de Lanzarote. Para aproveitar a sério e com calma, no mínimo uma semana.

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Considere um dia zero para as suas viagens e para chegar a Lanzarote, alojando-se na parte que preferir da ilha e preparando tudo para no dia seguinte começar a explorar Lanzarote e o melhor que a ilha tem para oferecer. Como há voos a chegar a Lanzarote à noite, este será um dia em que poderá não ver nada na ilha.
Dedique o primeiro dia a explorar e conhecer a história vulcânica da ilha de Lanzarote. Lanzarote é uma ilha vulcânica e o seu vulcanismo remonta há mais de 25 milhões de anos (ainda na Era Terciária) quando várias erupções vulcânicas submarinas começaram a dar origem a esta nova ilha nas Canárias.
Para perceber toda a história de Lanzarote recomendamos que comece por visitar o Centro de Visitantes de Timanfaya. É uma visita rápida, com um pequeno museu onde se explica a história geomorfológica da ilha de Lanzarote, desde a sua formação até à actualidade.
Ali poderá ver também dois vídeos. O primeiro vídeo é sobre a formação da ilha de Lanzarote e tem 20 minutos. Vale a pena. O segundo vídeo, sobre a fauna e flora, demora mais 20 minutos e, se tiver tempo, também pode ser interessante.
Nesta visita vai aprender que depois das erupções submarinas de Lanzarote seguiram-se várias erupções subaéreas, em várias fases, que deram origem à paisagem que temos hoje na ilha.
Numa primeira fase formaram-se os complexos vulcânicos mais antigos da ilha. O que resta dos materiais vulcânicos dessas primeiras erupções vulcânicas estão preservados na zona de Ajaches e Famara (e também em Tias mas menos visível), dando origem a duas reservas e monumentos naturais na ilha de Lanzarote, o Monumento Natural Los Ajaches e a zona do Vulcão de la Corona e Famara.
Numa segunda fase de erupção subaérea em Lanzarote, começou a formação do Arquipélago de Chinijo, onde se encontra a ilha La Graciosa. É possível visitar todas estas zonas vulcânicas na ilha e, para perceber o que vai ver, é muito interessante visitar o centro primeiro.
Contudo, o Parque Nacional Timanfaya está numa zona de erupções mais recentes, aquilo que se chamam erupções históricas. As erupções históricas são erupções vulcânicas de que há memória e registos históricos. Em Lanzarote, estas começaram em 1730 e duraram cerca de 6 anos, dando origem a vários cones vulcânicos e bocas eruptivas ao longo de uma fissura que hoje podem ser vistos no Parque Natural de Los Volcanes.
Mas a última erupção vulcânica da ilha foi em 1824, quando os vulcões Tao, Nuevo del Fuego e Tinguatón criaram uma nova parte da ilha de Lanzarote e que integra hoje o Parque Nacional de Timanfaya.
As erupções históricas marcam completamente esta ilha das Canárias. No período histórico, Lanzarote esteve com erupções vulcânicas durante 2141 dias e as lavas, piroclastos e cinzas dessas erupções históricas cobrem na actualidade 73% da ilha de Lanzarote. São essas diferentes zonas de Lanzarote que lhe recomendamos a conhecer nos dias seguintes, organizando a sua viagem de forma a perceber o que vai ver em Lanzarote. Sendo assim, realçamos que se foque nesta informação de forma a perceber melhor a ilha:
DICA PARA VISITAR LANZAROTE – A visita ao centro de visitantes de Timanfaya em Lanzarote é gratuita e, se vir apenas o primeiro vídeo, demorará aproximadamente uma hora. Se vir os dois, demora mais 20 minutos. Nós achamos interessante e que, se tiver tempo, deve ver.
Neste roteiro, recomendamos-lhe que faça um roteiro recuando no tempo, começando pelas erupções de 1824, depois 1730-1736 e depois visitando as formações que resultam das erupções mais antigas da ilha de Lanzarote. Esta forma de visitar Lanzarote vai-lhe dar uma ideia muito geográfica da ilha e de forma a perceber aquilo que está a visitar.
Comece por visitar o Parque Nacional de Timanfaya, as Montañas del Fuego. A entrada no parque é paga e custa 30€ (mas vamos deixar-lhe no guia de viagem de Lanzarote umas dicas para poder poupar dinheiro aqui). Este é o local mais turístico de Lanzarote. A entrada no parque nacional é fabulosa, por uma estrada asfaltada que atravessa o mar de lava resultante das erupções vulcânicas de 1824. É verdadeiramente impressionante.
A visita ao parque tem duas partes. Recomendamos que comece por fazer a viagem de autocarro porque geralmente é onde se formam mais filas. Comece por entrar num autocarro que faz um percurso pelo Parque Nacional de Timanfaya. Esta parte da visita é inteiramente dentro do autocarro, num percurso pré estabelecido e guiado.
Pelo caminho vai aprendendo sobre o vulcanismo da ilha, nomeadamente destas erupções históricas recentes e vai ver hornitos (bocas eruptivas que resultam da erupção de gases vulcânicos), lavas solidificadas, cones vulcânicos, crateras vulcânicas, etc.
Algumas pessoas ficam desiludidas pela visita ser de autocarro. Ainda que possa não ser a forma mais emocionante de conhecer o Parque Nacional de Timanfaya é a única forma de aceder a todos estes lugares fabulosos já que não é permitido fazer trilhos nesta zona do parque nacional. E acredito, vale mesmo a pena.
DICA EXTRA – Quando entrar no autocarro, sente-se num lugar do lado esquerdo. Assim fará a viagem do lado direito do autocarro e vai permitir-lhe ver todas as atrações do parque do lado certo.
O Parque Nacional do Timanfaya tem uma parte que pode explorar de forma independente, desde o parque de estacionamento. Não pode fazer trilhos para longe mas pode caminhar nessa zona e ver várias coisas muito interessantes. Uma delas é o Islet Hilario ou Islote de Hilario que é um geyser (ainda que alimentado de forma artificial para poder ser mais frequente).
As águas do interior da terra ascendem ali à superfície através do calor emanado pelo vulcanismo secundário do vulcão. Como Lanzarote é uma ilha muito árida, o geyser teria muito pouca actividade diária. Para que possa ver estas erupções, o geyser é alimentado por água, artificialmente, por um homem.
Muito perto do geyser há várias fumarolas, também formas de secundárias de vulcanismo. Umas são mais populares e estão cheias de turistas, onde os funcionários do parque queimam palha para mostrar a força e a temperatura emanada pelo calor da terra. Mas se caminhar um bocadinho por ali vai encontrar vários locais onde o calor do interior da terra ascende à superfície.
De seguida, visite o Restaurante El Diablo, onde poderá almoçar ou apenas ver a forma como se cozinha a carne usando o calor do interior da Terra, ou seja, a energia geotérmica. Por trás do restaurante pode visitar a zona dos grelhados, onde se cozinha o frango num buraco enorme por onde ascende o calor do vulcão. Se quiser pode almoçar ali porque será uma experiência muito interessante.
Uma das actividades mais populares em Lanzarote é fazer um passeio de camelo pelas cinzas e piroclastos vulcânicos na base do Parque Nacional Timanfaya. Nós não fizemos porque consideramos que não é um habitat natural para os camelos.
Não somos fundamentalistas, já fizemos muitos passeios de camelo nos desertos do mundo, geralmente em territórios desfavorecidos e onde os passeios de camelo contribuem fortemente para as economias locais das populações, mas ali não achamos que tivesse lógica nem fosse sustentável.
Depois de visitar o Parque Nacional de Timanfaya está na hora de visitar o Parque Natural de los Volcanes de Lanzarote. Neste parque de Lanzarote pode fazer vários trilhos e percursos, todos eles fabulosos. O difícil será escolher quais!
Há muitos trilhos maravilhosos para fazer em Lanzarote e, no caso de não ter muitos dias na ilha terá que fazer opções. Nós também tivemos que as fazer e, acredite, não foi nada fácil. Os trilhos mais populares e mais interessantes do parque de Lanzarote são:
Como não tínhamos tempo para fazer todos, infelizmente, fizemos apenas três desses trilhos.
O Vulcão de El Cuervo foi o primeiro vulcão a entrar em erupção da ilha de Lanzarote em 1730, aquando das erupções vulcânicas fissurais que se prolongaram durante 6 anos e que deram origem a vários cones vulcânicos e bocas eruptivas.
Foi do vulcão de El Cuervo que terá começado a jorrar lava inicialmente, desencadeando-se de seguida uma actividade vulcânica mais complexa que foi criando uma parte nova na ilha de Lanzarote.
É possivel fazer o trilho do vulcão El Cuervo, circundar o vulcão por fora e entrar dentro da caldeira de Los Cuervos, caminhando no interior da caldeira vulcânica.
O percurso demora cerca de uma hora a percorrer e tem cerca de 3 km (ida e volta) desde o parque de estacionamento. É um dos trilhos mais fabulosos que pode fazer em Lanzarote para conhecer e perceber o passado vulcânico da ilha.
Pelo caminho no trilho atravessa o mar de lava, com as lavas vulcânicas a cobrir os terrenos mais antigos e com escoadas de lava encordadas bem visíveis na entrada para a cratera. Pode inclusive descer ao interior da cratera vulcânica de Los Cuervos em Lanzarote.
Cerca de 1 km à frente do parque de estacionamento para o trilho do Vulcão El Cuervo fica o parque de estacionamento da montanha Colorada. Estacione aí o carro e faça mais este trilho em Lanzarote porque vale mesmo a pena. O trilho tem cerca de 4 km e é circular. Demora cerca de uma hora a uma hora e meia a percorrer e pelo caminho vai ver lugares e paisagens maravilhosas.
Uma das paisagens mais fantásticas do trilho é a mudança completa da paisagem na parte oriental e ocidental do vulcão da montanha Colorada de Lanzarote. A parte por onde vai começar o trilho é dominada por lapillis.
O lapilli é o material expelido pelo vulcão quando este tem uma erupção piroclástica. Em português pode também designar-se por bagacina. Tem entre 6mm e 64 mm e caminhar sobre este material faz parecer que estamos a caminhar em Marte. Os lapillis foram explorados economicamente ali para serem vendidos para a industria da construção civil na ilha de Lanzarote. Hoje isso já não acontece mas ainda é possível ver o que resta dessas zonas de extração.
A outra parte do percurso, a segunda metade, é feita pela zona onde a cratera do vulcão colapsou parcialmente e criou um autentico rio de lava. Essa lava está solidificada e vê-se perfeitamente como escorreu pela caldeira vulcânica abaixo. O trilho atravessa também esses rios de lava que se espalharam por esta zona de Lanzarote.
Como a erupção vulcânica ali foi piroclástica há várias bombas vulcânicas espalhadas pela área, especialmente na zona onde existem lapillis. Existe uma bomba vulcânica gigante, que foi expelida pelo vulcão, e que é um dos principais atractivos deste trilho de Lanzarote.
Infelizmente nós não tivemos tempo para fazer o trilho que leva ao cume da Montanha Negra mas se tiver faça-o. As vistas lá de cima devem ser maravilhosas! Para compensar, contornamos a montanha e fomos à palmeira inclinada, uma palmeira na base do vulcão, com uma envolvência maravilhosa ali em Lanzarote. Um lugar lindo para relaxar, literalmente, à sombra da palmeira. Tem a localização da palmeira inclinada no nosso guia de viagem de Lanzarote.
Não muito longe da zona dos vulcões fica a casa museu onde vivem José Saramago. Não perca a oportunidade de a visitar. É um lugar especial, onde o único prémio Nobel português viveu e escreveu. Tenha apenas em atenção que a casa só está aberta durante a semana e das 10h às 14h por isso terá que gerir isso na sua visita a Lanzarote.
Termine o dia em El Golfo, para nós o lugar mais bonito da ilha de Lanzarote para ver o pôr do sol. Tão bonito que fomos lá duas vezes! O sol põe-se mesmo em frente, no mar e, se marcar com antecedência, pode jantar num restaurante em frente ao mar.
Nós fomos marcar um dia antes e conseguimos uma mesa (a melhor do restaurante, confesso) mesmo em frente à água e ao sol. Comemos várias entradas típicas de Lanzarote como lapas grelhadas, croquetas de pescado e pulpo a la plancha. Estava tudo divinal. Pelo jantar, com vinho branco de Lanzarote pagámos 62€. O nome dos restaurantes estão no nosso guia de viagem de Lanzarote.
Dedique o dia a explorar duas das zonas mais bonitas da ilha de Lanzarote, a Caldeira Branca e La Geria.
O Trilho da Caldeira Branca foi o trilho mais bonito que fizemos em Lanzarote. O trilho é verdadeiramente maravilhoso e embora os sites online de Lanzarote digam que demora cerca de 3 horas a fazer, conte com 4 ou 5 horas, especialmente se gosta de apreciar a paisagem, tirar fotografias, sentir a natureza e até fazer um piquenique no cume do vulcão. Esta foi a nossa opção e é isso que lhe recomendamos que faça em Lanzarote.
Há dois locais diferentes onde pode começar o trilho da Caldeira Branca e o que vai utilizar vai depender da experiência que tem em montanha.
Se tem pouca experiência em montanha não pense duas vezes, comece o trilho no parque de estacionamento. É neste local que a maioria das pessoas começa o percurso em Lanzarote. Deixe o carro no parque, onde certamente existirão outros carros, e faça o percurso sinalizado e informativo até chegar à Caldeira Branca de Lanzarote. O percurso até à base do vulcão da Caldeira Branca por aqui demora cerca de 1h ou 1h30. O local onde tem que deixar o carro estacionado no parque está no nosso guia de viagem com o link no google maps.
Nós começamos o trilho na base do vulcão da Caldeira Branca. Há um corte de terra batida na Estrada LZ67, um pouco à frente do centro de interpretação de Timanfaya. Essa estrada de terra batida é possível de percorrer de carro cerca de 1,5 km a 2 km. Pode levar o carro até um pequeno parque de terra batida no meio da lava. A partir dali pode começar o trilho.

Pode ver os guias que temos e conhecer os nossos guias de viagem neste artigo aqui no blogue .
Desde esse parque até à base da Caldeira Branca demora cerca de 30 minutos e são cerca de 2 km. Só que este trilho não está bem marcado no terreno. Se tiver a app Maps.me, o trilho está lá marcado e é relativamente fácil orientar-se. Se não tiver é bastante mais complicado porque na parte em que atravessa o mar de lava de Lanzarote é fácil desorientar-se.
Depois o trilho chega à base do vulcão e circunda o vulcão. Aí o trilho está bem visível até se unir com o trilho oficial. Este percurso é mais perto e curto mas mais exigente em termos de orientação.
O trilho Caldeira Branca em Lanzarote tem duas partes. Tanto por um caminho como por outro vai atravessar o mar de lavas. Uma área muito considerável por onde as lavas das erupções de 1730-1736 escorreram em direcção ao mar.
Este mar de lavas de Lanzarote é impressionante e vale mesmo a pena contemplar esta força da natureza. No meio das lavas já existem alguns pequenos campos agrícolas, especialmente com figueiras e na Primavera e Verão o cheirinho a figos é maravilhoso.
De seguida, começa a subida para a Caldeira Branca. A subida é fácil e simples, não demorando mais do que 15 minutos a chegar à berma da caldeira vulcânica de Lanzarote, numa acensão de cerca de 100 metros de desnível. Contudo, a caldeira vulcânica é gigantesca e dar a volta à caldeira branca demora cerca de uma hora já que tem mais de 3 km de diâmetro.
A maioria dos vulcões de Lanzarote tem um cone vulcânico completamente assimétrico devido aos ventos dominantes. E a Caldeira Branca em Lanzarote não é excepção. Os ventos fazem com que durante as erupções vulcânicas os materiais expelidos pelos vulcões sejam projectados e depositados essencialmente numa das vertentes do vulcão.
Assim, depois de chegar à berma da Caldeira Branca, se quiser subir ao topo do vulcão da Montanha Branca, ainda tem que caminhar cerca de 1,5 km e subir cerca de 300 metros de desnível. O cume do vulcão da Montanha Branca de Lanzarote tem 458 m de altitude.
Aproveite o cume para fazer um piquenique ali em Lanzarote. Leve merenda e coma algo lá em cima, aproveitando as vistas maravilhosas sobre a caldeira, o mar de lavas, o mar e os cones vulcânicos circundantes. O trilho é maravilhoso e acessível, até para crianças (muito pequeninas não porque o trilho todo ida e volta são cerca de 9 km) com alguma experiência em montanha e habituadas a caminhar.
La Geria é uma das zonas mais bonitas da ilha de Lanzarote. Uma paisagem vulcânica, completamente agricultada, onde a terra negra contrasta com o verde das vinhas.
Cada pé de vinha arbustiva é colocada numa área deprimida, uma espécie de buraco, circundado por um pequeno muro de lava basáltica que protege a vinha do vento e conserva a humidade. É assim que se cultiva a vinha em Lanzarote, numa luta constante entre o homem e a natureza.
A zona de La Geria é muito grande e pode visitar muitos campos vinícolas perto da estrada principal. Contudo, o que lhe aconselhamos é a meter-se nos caminhos rurais e a explorar os becos sem saída, os caminhos de acesso às quintas de vinho pois é lá que vai encontrar os melhores lugares, as zonas mais tradicionais e as populações a trabalharem. Um dos caminhos que mais gostámos de fazer em Lanzarote foi o no Caminho Gaida. É maravilhoso.
Vale mesmo a pena visitar uma adega de vinho em La Geria. Há muitas que pode escolher e deverão ser todas muito boas, contudo, nós tivemos que optar por uma. Decidimos visitar a bodega do El Grifo, não porque fosse melhor ou pior do que outras mas porque foi o primeiro vinho de Lanzarote que bebemos e gostamos tanto que decidimos visitar a adega.
A adega fica em plena zona de El Geria e tem um museu do vinho, pode visitar as vinhas e a loja de vinhos. Aproveitamos para comprar uma garrafa de vinho branco (que é delicioso) e que nos custou 13.5€/garrafa.
Para terminar o dia em Lanzarote, recomendamos que visite Playa Quemada ao pôr do sol. O pôr do sol não se vê dali mas toda a baía se inunda de cores laranja intensas e é muito bonito ver ali o anoitecer.
Nós jantamos num restaurante na praia, com boa comida, especialmente para comer peixe fresco, já que esta é uma povoação de pescadores. É um excelente local para terminar o seu dia a explorar a parte mais tradicional e cultural de Lanzarote.
No terceiro dia em Lanzarote vá conhecer o nordeste de Lanzarote e as ilhas que resultaram das erupções subaéras que formaram a ilha de Lanzarote, o Arquipélago de Chinijo. Este arquipélago é praticamente desértico, quase sem vegetação e só a ilha La Graciosa é habitada.
Durante a última glaciação estas ilhas estavam ligadas a Lanzarote e, na actualidade, devido à subida do nível médio das águas do mar depois do degelo glaciar, a profundidade das águas ainda é muito pequena, na maioria das vezes rondando os 100 metros entre as ilhas do arquipélago e a ilha Lanzarote. O Arquipélago de Chinijo é constituído por várias ilhas e ilhéus:
Neste dia a viajar em Lanzarote, apanhe o barco e vá visitar a ilha La Graciosa, uma pérola com praias de areia branca e dourada mesmo em frente a Lanzarote. Pode ver o nosso artigo com tudo o que não pode perder e tem de fazer na ilha de La Graciosa aqui.

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Este será um dia para explorar a parte ocidental da ilha, mais concretamente a parte sudoeste de Lanzarote, onde estão as melhores praias da ilha e alguns dos lugares mais interessantes para conhecer e visitar em Lanzarote.
Comece o dia em Lanzarote num dos lugares mais interessantes de Lanzarote, Los Charcones. Los Charcones são umas piscinas naturais em Lanzarote muito parecidas com os Poceirões na ilha Graciosa dos Açores. Há várias piscinas naturais ao longo desta zona da costa. Estas piscinas naturais são maravilhosas e vale mesmo a pena conhecê-las. Não é um lugar muito acessível por isso se estiver com crianças redobre a sua atenção. Mas é um lugar maravilhoso em Lanzarote!
DICA PARA VISITAR LANZAROTE – Pode chegar lá perto de carro mas terá que meter o carro numa estrada de terra batida. Nós levamos o nosso e não tivemos problema. Depois basta deixar lá o carro estacionado. O lugar é super exposto ao sol, não tem nenhuma sombra por isso não deixe ficar nada no carro que se possa estragar com o calor.
A playa del Janubio é uma das praias de areia negra da ilha de Lanzarote. Tem um grande areal e é uma praia muito selvagem e natural. É ideal para caminhadas e para relaxar.
As Salinas de Janubio são umas das salinas mais conhecidas das ilhas Canárias. O sal é extraído aqui há décadas e as salinas ocupam parcialmente o que resta duma cratera vulcânica muito erudida. Pode visitar as salinas desde o Miradouro das Salinas (ao pé do restaurante) ou ao longo da estrada que vai até à Playa Janubio.
Pode fazer um tour guiado às salinas de Janubio por 9€. Marque aqui.
Los Hervideros são um conjunto de formações rochosas lávicas, com escoadas de lava, grutas e pontes junto ao mar. Quando o mar está bravo, a água faz sobe pelas fendas das rochas e das grutas e faz um barulho como se fosse água a ferver. Há um trilho marcado no local para explorar a zona, cheia de recantos para descobrir. A paisagem é de cortar a respiração, com os vulcões de Lanzarote como pano de fundo.
A playa Montaña Bermeja é uma pequena praia perto de Los Hervideros. É uma praia selvagem e muito traquila.
O Charco de los Clicos é mais conhecido em Lanzarote como Charco Verde. Fica na entrada da povoação de El Golfo, logo à esquerda. Quando parar o carro vai descobrir uma praia de areia negra com imensa olivina na areia. A olivina é um mineral verde e por isso a areia é super interessante. Mas se seguir pelo trilho na parte superior da praia vai dar ao Charco Verde. Basta caminhar cerca de 100 metros.
O Charco Verde é uma laguna vulcânica onde existiu vulcanismo hidromagmático. A cor esverdeada da sua água deve-se à presença de enxofre (mineral típico das regiões vulcânicas especialmente activas) e de uma alga de seu nome Ruppia Maritima.
El Golfo pode parecer uma povoação piscatória, sem grandes atrativos mas foi um dos lugares que mais gostamos em Lanzarote. Não sei bem explicar porquê mas a verdade é que El Golfo é um lugar especial em Lanzarote. Para começar tem o melhor restaurante onde comemos na ilha de Lanzarote.
Almoçamos lá num dos dias e a comida era deliciosa. Comemos navajas (lingueirão), cazuela de la casa (que é uma espécie de mistura de mariscos) e pulpo a la plancha (que foi dos melhores pratos de polvo que já comemos na vida). De sobremesa experimentamos morangos com gelado de queijo de cabra. Pode parecer uma combinação pouco provável mas garantimos-lhe que era delicioso! Já sabe que o nome dos restaurantes estão no nosso guia de viagem de Lanzarote.
A playa Flamingo foi uma das praias que mais gostamos em Lanzarote. Acabamos por ir lá duas vezes, a segunda no último dia para um último mergulho antes de ir embora e regressar a casa. É uma praia de areia branca em Lanzarote, muito tranquila e com alguns belos restaurantes e bares ao pé da praia. Nós aproveitamos a geladaria para comer um gelado depois do banho com vistas sobre a praia.
O Museu Atlântico em Lanzarote é um conjunto de estátuas que foram colocadas no fundo do mar numa área próxima de Playa Blanca em Lanzarote. É um lugar acessível para mergulhar e onde pode tirar um curso de mergulho ou fazer mergulho orientado por pessoas experientes.
Playa Blanca é uma das estâncias balneares mais famosas de Lanzarote. Apesar do turismo crescente nesta zona de Lanzarote a povoação ainda é mais ou menos tranquila e tradicional. Vale a pena parar lá para conhecer, nem que seja para um passeio pequenino entre a visita a várias praias. Isto porque a zona de Playa Blanca tem as praias mais bonitas de Lanzarote.
Esta zona de Lanzarote, no Monumento Natural Los Ajaches, existem praias lindíssimas e muito boas para passar o dia, com ligação a pé entre elas. Vale a pena dedicar uma tarde inteira a esta zona de Lanzarote (ou até um dia, dependendo do tempo que tem em Lanzarote). Leve o carro até à Playa Papagayo e explore esta região de Lanzarote desde ali.
A Playa Papagayo e a Playa Mujeres são duas das praias mais belas de Lanzarote e ficam numa das zonas vulcânicas mais antigas de Lanzarote. A Playa Papagayo é verdadeiramente maravilhosa, para ir a mergulhos e para ver o pôr do sol em Lanzarote também.
Playa Mujeres é também maravilhosa. Nós preferimos ver o pôr do sol em Playa Mujeres mas a praia também é maravilhosa para ira banhos ali em Lanzarote.
No quinto dia em Lanzarote vale a pena ir conhecer a zona mais antiga, em termos geomorfológicos da ilha de Lanzarote. Esta é a zona oriental e não lhe faltam atributos e lugares incríveis para conhecer.
DICA EXTRA PARA VISITAR LANZAROTE – Se comprou o bilhete combinado para visitar os lugares de Lanzarote este é o dia em que vai utilizar a maioria das entradas. Não se preocupe porque o bilhete tem validade de 14 dias e por isso não precisa de visitar tudo no mesmo dia em Lanzarote.
O Mirador del Rio em Lanzarote é, com certeza, um dos lugares mais bonitos para ver em Lanzarote. É o miradouro mais belo de Lanzarote, com vista fantástica sobre a Ilha La Graciosa e sobre a costa norte da ilha de Lanzarote. O miradouro tem um restaurante bar e dois níveis. Suba ao andar de cima para desfrutar das melhores vistas de Lanzarote.
Depois de sair do Mirador del Rio há uma estrada junto à costa que leva ao Vulcão Corona em Lanzarote. Esta estrada tem um local onde pode parar e sair do carro, e de onde pode desfrutar das maravilhosas vistas sobre as águas cristalinas da Playa del Risco, no fundo da falésia. O acesso a essa praia de Lanzarote só pode ser feito de barco.
O Vulcão La Corona em Lanzarote é um dos complexos vulcânicos mais antigos da ilha de Lanzarote. É possível subir ao vulcão (se se sentir com vontade e energia em cerca de 40 minutos). Se não tiver vontade, pode admirar o vulcão de várias perspectivas ao longo da estrada.
O Vulcão La Corona tem vários tubos lávicos por onde a lava escorria em direcção ao mar. Um deles tem mais de 7 km de comprimento e pode ser visto, parcialmente, na Cueva de los Verdes em Lanzarote. É possível entrar nesta cueva, que é o tubo lávico e percorrer quase 2 km no seu interior. A visita à Cueva de Los Verdes é fantástica e deve inclui-la mesmo no seu roteiro por Lanzarote.
DICAS PARA VISITAR LANZAROTE – A visita tem que ser feita em tour, com 50 pessoas. Por isso, quando chegar à Cueva de los Verdes em Lanzarote vai ter de esperar que se juntem 50 pessoas. Na época alta em Lanzarote isso está sempre a acontecer. Nós estivemos em Lanzarote no final de semana do 25 de Abril e só tivemos que esperar 15 minutos para se juntarem 50 pessoas para a visita guiada.
Depois da Cueva de los Verdes basta descer a estrada para chegar a Jameos del Água em Lanzarote. Jameos del água é a continuação do tubo lávico do vulcão de La Corona que viu na Cueva de los Verdes. Dentro do tubo lávico existe uma pequena lagoa habitada por caranguejos cegos, uma espécie que existe apenas em Lanzarote. Este é um belo lugar para relaxar em Lanzarote, dentro do tubo se estiver muito calor ou ao pé da piscina para apanhar um bocadinho de sol.
Se quiser visitar Jameos de Água e os centros criados por César Martique marque este tour.
Jameos del Agua tem um restaurante maravilhoso, onde pode almoçar neste dia. É um lugar especial, um pouco caro, mas com um ambiente fantástico em Lanzarote.
Se prefere almoçar em lugares mais tradicionais de Lanzarote vá para Punta Mujeres, onde pode comer num restaurante tradicional junto ao mar ou fazer um piquenique nas piscinas naturais.
Lanzarote é uma ilha extremamente árida e a maioria da vegetação é arbustiva e xerófila. Isso significa que por aqui os cactos são os senhores da ilha de Lanzarote. E se quiser conhecer os cactos mais típicos de Lanzarote deve visitar o jardim dos cactos.
DICAS PARA VISITAR LANZAROTE – O jardim fecha às 17h por isso não se atrase.
Uma das praias mais procuradas pelos surfistas e amantes da natureza em Lanzarote é a praia de Famara. A praia de Famara em Lanzarote é grande mas não é tão boa como as praias da zona de Playa Blanca. Esta é uma praia de Lanzarote essencialmente para surf e não tanto para mergulhos e nadar.
Contudo, a envolvência geográfica é fabulosa, no fundo de um promontório rochoso incrível, de frente para a ilha La Graciosa e com uma curiosidade. Na praia há muita rocha e as pessoas fazem para-vento com as rochas, deixando a areia exposta, e protegendo-se assim do vento.
Se procura um lugar completamente inexplorado em Lanzarote esse lugar é o Caserio de Tenesar, uma vila piscatória na parte norte da ilha de Lanzarote e na zona onde o mar de lava que se formou em 1730-1736 entrou no mar. Ali em Lanzarote há uma praia e algumas piscinas naturais mas não há cafés nem restaurantes.
Uma das povoações mais bonitas de Lanzarote é Teguise, com um centro histórico e uma igreja encantadora, com pequenos bares e restaurantes que se enchem de gente ao final do dia. A antiga capital da ilha de Lanzarote é um lugar muito acolhedor e com bom ambiente em Lanzarote.
Nas imediações fica o Castelo de Santa Bárbara. É também ali que tem a casa da Fundação César Manrique, um herói local que lutou pelo desenvolvimento sustentável do turismo em Lanzarote. César Manrique é o responsável pela construção dos Jameos del Água e de alguns dos atractivos da ilha de Lanzarote.
Ao final do dia despeça-se de Lanzarote nas formações rochosas de Los Roferos. Estas formações rochosas em Teseguite são níveis de cinzas, lápillis e piroclastos vulcânicos, expelidos pelos vulcões mais antigos da ilha.
Estes níveis foram erodidos ao longo do tempo, especialmente pelo vento e pelas chuvas escassas, transformando a paisagem nesta região naquilo que os ingleses chamam de “Stone Town”. É como se fossem castelos de cinzas vulcânicas. Esta zona de Lanzarote é maravilhosa e vale a pena conhecê-la.
Depois de 5 dias a explorar a ilha, termine o dia em Lanzarote no seu local preferido, despedindo-se desta ilha maravilhosa e programando um regresso para breve. Foi exactamente isso que nós também fizemos em Lanzarote.

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Maria says:
Muito obrigada pela clareza na descrição da ilha de lanzarote e suas atracções.