
A ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, é a mais próxima da costa africana, a uns meros 450 km de distância. Durante muitos anos a ilha da Boa Vista era a primeira visão de terra que as embarcações de longo curso tinham em meses, mas os bancos de coral e as correntes traiçoeiras fizeram com que, para muitos, fosse a última.
CONTEÚDOS DO ARTIGO
A ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, é a terceira maior ilha do arquipélago, mas com uma população diminuta (cerca de 6000 habitantes), devido à aridez e solo rochoso. As areias do deserto do Sahara chegam até à ilha da Boa Vista trazidas pelo vento, e os seus 620 km2 são suficientes para a ilha da Boa Vista albergar no seu centro um verdadeiro deserto de dunas. Após a sua descoberta pelos portugueses, a ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, rapidamente se percebeu que pouco ou nada se poderia retirar desta terra seca.

Com a excepção das cabras que foram aqui largadas e se reproduziram, e que os marinheiros caçavam, e a produção de sal nos séculos XVIII e XIX, principalmente explorada pelos ingleses. Mas a vida na ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, nunca foi fácil, e com a ascensão de Mindelo e do seu porto seguro, a ilha da Boa Vista declinou e o fantasma da fome periodicamente assolou a ilha.

Recentemente, a indústria do turismo reparou no potencial da ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, com os seus 55 km de praias de areia branca, e a ilha da Boa Vista passou a ser sinónimo de trabalho, melhoria de vida e busca de felicidade.

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Os hotéis e resorts tendem a aglomerar-se na costa a sul da capital da ilha da Boa Vista, Sal-Rei, e há planos para a construção de mais, mas a ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, tem muito mais a oferecer para quem se aventura fora das paredes do resort Riu Touareg. No meio de várias saídas do resort para explorar a ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, ainda tivemos tempo para um mergulho no mar e nas piscinas do fabuloso resort onde ficamos alojados na ilha da Boa Vista.
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Mesmo que se tenha apenas um dia para dar uma volta pela ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, é obrigatório fazê-lo. Foi o que fizemos e, num dia, contratamos os serviços do Titim, o rapaz que nos tinha trazido de Sal-Rei para o hotel no dia em que chegamos à ilha da Boa Vista.

Embora em dias distintos, penso que conhecemos bastante bem a ilha da Boa Vista. Num dia exploramos a área de Sal-Rei, noutro dia fizemos um percurso de jipe pela ilha da Boa Vista, e num terceiro dia um tour para observação de baleias no mar da ilha da Boa Vista. Para além disso ainda aproveitamos a praia na ilha da Boa Vista.

A capital da ilha da Boa Vista, Sal-Rei, é uma cidade pequena, desenvolvida à volta da praça municipal, muito bonita e arejada. Visitamo-la logo no primeiro dia em que chegamos à ilha da Boa Vista, em Cabo Verde. Deambulamos pelas suas ruas, espreitamos a igreja e os bairros de pescadores. Embora com praias belíssimas, as praias em Sal-Rei estavam desertas.

Inicialmente não percebemos porquê. Depois de explorar o resto da ilha da Boa Vista, compreendemos um bocadinho melhor. Há algumas esplanadas, restaurantes e bares junto ao mar, um mercado de artesanato e muitos barcos de pescadores.

No mercado de peixe de Sal-Rei, na ilha da Boa Vista, que fervilha essencialmente da parte da manhã, as mulheres vendem as capturas do dia, enquanto que os homens descarregam os barcos. O mar azul turquesa, rodeado de casas coloridas torna o cenário perfeito na ilha da Boa Vista.

No pico do sol, Sal-Rei parece uma cidade fantasma na ilha da Boa Vista, com os cães estendidos nas parcas sombras dos edíficios. A igreja, amarelada, parece desfocar-se no horizonte, lembrando o velho oeste americano. Sabe bem sentar num café e apreciar a vida passar na ilha da Boa Vista, em Cabo Verde. A vida ali na ilha da Boa Vista ainda passa ao ritmo cabo-verdiano. A maioria dos turistas estão em hotéis “tudo incluído” o que faz de Sal-Rei uma cidade tourist free.
No dia em que démos a volta à ilha da Boa Vista de jipe, saímos do resort e começámos por visitar a praia de Santa Mónica, com um areal que se estende até ao horizonte. São 18 km de areias brilhantes. Um areal dourado, com areias finas e um mar azul turquesa que convida ao primeiro mergulho do dia na ilha da Boa Vista. Resistimos.

Na praia de Santa Mónica, na ilha da Boa Vista, estavam dois jipes com turistas, e foi com eles que seguimos viagem para a praia da Varandinha, conhecida pelas grutas mesmo junto à água, algumas das quais pudemos explorar e fotografar. A estrada entre as duas praias só é acessível para 4×4, atravessando dunas de areia junto ao mar. O cenário da ilha da Boa Vista é maravilhoso.

Na Varandinha, as formações rochosas, concedem à praia um cenário particular, lembrando a costa algarvia ou australiana, mas tão diferente do resto da ilha da Boa Vista. Há algumas grutas, onde se pode entrar na maré baixa.

A seguir, passamos pela Povoação Velha, a localidade mais antiga da ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, e que existe há cerca de 500 anos. A vida ali na ilha da Boa Vista parece ter parado. Não há quase ninguém nas ruas e o sol não parece misericordioso. Depois dirigimo-nos mais para norte na ilha da Boa Vista.

Visitámos a pequena localidade de Bofareira, com apenas meia dúzia de casas na ilha da Boa Vista. No guia de viagens escreve-se que as principais atracções da povoação são “uma loja e uma cabine telefónica”. Não conseguiríamos destacar mais nada, a par das suas casas coloridas. Seguimos para o interior da ilha da Boa Vista.

Atracado no Atlântico, um deserto na ilha da Boa Vista. O deserto de Viana na ilha da Boa Vista. Como que flutuando ao sabor do vento, a ilha da Boa Vista parece um cenário irreal no meio do oceano. O Deserto de Viana, uma área dominada por dunas de areia branca que se estendem por cerca de 10 km (este-oeste) e 15 km (norte-sul), com uma área equivalente a um quarto da ilha da Boa Vista, é um dos lugares mais incríveis e belos da ilha Boa Vista.
Titim e a a namorada mostravam-nos a ilha da Boa Vista. No deserto de Viana, conversamos sobre a vida em Cabo Verde e as expectativas que este jovem casal tem para o futuro.

Daí seguimos por um trilho cascalhento até à costa norte da ilha da Boa Vista, denominada Costa da Boa Esperança, e mais propriamente junto ao barco encalhado, Santa Maria. A costa da Boa Esperança, no nordeste da ilha da Boa Vista, passou também a ser chamada de praia de Atalanta desde 1920. Mas mais tarde, a Boa Esperança recebeu outro nome, Cabo de Santa Maria, a partir do dia 1 de Setembro de 1968, quando se deu o encalhe do cargueiro espanhol (Santa Maria). O barco ainda hoje jaz no local da ilha da Boa Vista, quase 50 anos depois…

A costa ali na ilha da Boa Vista é muito bonita, mas a praia junto ao barco tem algum lixo trazido pelo mar.
A cor da água. O cheiro da maresia no ar. O som dos grãos da areia a esvoaçarem ao vento e a baterem no nosso corpo. Sentamo-nos e absorvemos o momento na ilha da Boa Vista. Não sei quanto tempo ali ficamos mas sei que não foi o suficiente. Nunca o seria na ilha da Boa Vista…

Dali, regressámos para sul e aproximamo-nos de Rabil, capital da iilha da Boa Vista, em Cabo Verde, até ao século XIX, atravessando um oásis com palmeiras de coco. Em Rabil “viajámos” até às origens da ilha da Boa Vista, nos tempos em que a população vivia da indústria de cerâmica. Uma pequena olaria artesanal, escondida na povoação, ainda funciona, dando emprego a pouco mais do que uma família.

Mesmo ao lado do Marina Club, o primeiro hotel da Boa Vista, na praia Cabral, estão alguns túmulos judeus. Apesar da tentativa de remoção dos túmulos, as sepulturas continuam ali. Pertencem a uma família de judeus que fugiu de uma perseguição em Marrocos, no século XIX. As pessoas ali sepultadas eram impedidas de serem enterradas no cemitério comum, pelo que se compreende que também aqui esteja o túmulo de uma jovem inglesa de 19 anos que morreu de febre amarela numa praga que assolou a ilha da Boa Vista, em Cabo Verde.

Mais de metade da população da Boa Vista, a ilha cabo-verdiana que mais turistas recebe, vive num bairro de construções irregulares e inacabadas, sem redes de água, saneamento ou electricidade. Essa população vive na Boa Esperança, uma favela às portas de Sal-Rei, que visitámos na companhia de Titim.

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As ruas estão cheias de crianças que correm em nossa direcção e nos acenam; jovens jogando snooker num café improvisado e mulheres carregando água e alimentos para casa. Numa das extremidades da favela, o local da criação de gado quase não se distingue do bairro e é estranho pensar que ali, pessoas e animais vivem em condições quase semelhantes. Será que, para estas gentes, a Boa Vista é a ilha da Felicidade? Não sabemos, mas sabemos que eles vêm ali em busca dela.

A maioria da população que ali vive é constituída imigrantes do continente africano, guineenses, senegaleses… Há também muitos cabo-verdianos oriundos de outras ilhas que vêm à procura de emprego na Boa Vista. O problema é que, devido ao turismo, o custo de vida na ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, é muito maior do que nas outras ilhas cabo-verdianas e as pessoas não conseguem pagar as rendas na cidade de Sal-Rei.

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Assim, começaram a construir ilegalmente, como em qualquer país africano, habitações precárias e sem condições. Não estão ali porque querem, estão ali porque não ganham o suficiente para viver em casas com condições de habitabilidade. No entanto, sonham, sonham e têm muita esperança que algo mude em Cabo Verde. Esperam que chegue a água, o saneamento…
Se calhar por isso o bairro se chame… Boa Esperança…

Depois de conhecermos a favela, o calor apertava cada vez mais e rumamos àquela que foi, para nós, a mais bela praia da ilha da Boa Vista, em Cabo Verde. A praia de Chaves é uma imensidão de areia até perder de vista. Um lugar extraordinário e, definitivamente, uma das praias mais bonitas de Cabo Verde e do mundo.

Há dunas de areia lindas e uma esplanada de um bar/restaurante, embora com preços inflacionados (é o preço a pagar pela vista e pelo lugar), mesmo por trás das ruínas da antiga fábrica de cerâmica. Aqui não resistimos, fomos a banhos e deliciámo-nos com as águas de Cabo Verde e da Boa Vista.

A Baleia Jubarte (humpback whale) procura as águas ao largo da ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, nos meses de Inverno, nomeadamente de Dezembro a Maio. Vêm ali, especialmente na baía de Sal-Rei, dar à luz e cuidar das crias nos primeiros meses de vida. Dizem que os melhores meses para as observar são Março e Abril, pelo que estávamos no pico da época alta.

Comprámos um tour em Sal-Rei (por 67€/pessoa) e, na manhã do nosso último dia na ilha, rumamos em busca dos gigantes dos mares. O transporte foi feito em barco catamaran, e durou cerca de três horas. Na primeira hora só apanhámos vento e água e começávamos a ficar desanimados. Mas, eis que de repente, uma baleia salta à frente do barco. Não queríamos acreditar na sorte que tivemos.
Aproximámo-nos e desfrutámos da companhia de uma baleia que parecia estar bastante contente com a nossa companhia porque batia repetidamente com a cauda na água, mergulhava e saltava. Exibia a cauda, como se estivesse a desfilar para nós. Apesar de só termos visto uma baleia, tivemos mesmo sorte com o individuo que encontramos porque abrilhantou claramente o nosso dia.

Quando regressámos a Sal-Rei vínhamos felicíssimos. Foi um grande tour e uma grande viagem. Ilha da Boa Vista, em Cabo Verde. Designa aquilo que pensávamos cada vez que abríamos os olhos. Um lugar que parece parte de nós. Boa Vista. Um nome que não esqueceremos mais. A Boa Vista tinha sido mesmo uma ilha que nos tinha feito sorrir e isso é sempre sinal de felicidade.
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Lurdes Caldas says:
Olá Carla/Rui, adoro seguir-vos e aproveito para viajar convosco. Em setembro vamos para Boavista e voltaremos pelo Sal. Quanto à favela da Boa Esperança é aconselhável visitar com um local ou não há problema aventuramo-nos sozinhos?
Obrigada pelas partilhas e continuem o bom trabalho de divulgar o nosso belo mundo e gentes 🙂
Carla Mota says:
Olá Lurdes, quando lá fomos era adequado sozinho, mas acho que por questão de respeito e até de te sentires à vontade, o melhor é quando lá chegares e alguém se aproximar de ti, aceitares essa pessoa como guia. Acho o mais seguro/interessante para perceberes a zona.
Rita says:
Bom dia! Obrigada pela descrição que nos dá vontade de ir já.
O hotel em que ficou foi o Riu Touareg? Estou a pensar ir em casal com o meu filho de 2 anos, acha um bom destino? Este hotel fica no lado oposto de Sal Rei, acha um problema ou é uma distância aceitável?
Obrigada 🙂
Carla Mota says:
Eu acho boa opção para quem ficar a maior parte do tempo no hotel. Se pretender explorar mais a ilha, é melhor mais perto da cidade.
Sara Leite says:
Muito obrigada por este artigo tão esclarecedor sobre a ilha da Boa Vista!! <3 Fez toda a diferença, pois estava hesitante em relação a fazer a viagem para ir conhecer este lugar. Felicidades e continuem!
Carla Mota says:
Obrigada
Fatima Moreira says:
Olá Carla estou a pensar ir para a Boa Vista no inicio de Fevereiro, já estove no Sal em Dezembro e adorei! Acha que vou ter bom tempi? Calir o suficiente para fazer praia e usufruir da água ou ainda é cedo para isso? Ai da faz frio? Fatima Moreira
Carla Mota says:
É uma questão de sorte sempre.
Marta Cunha says:
Muitos parabéns pelo blog!
É possível ir ao mar na ilha da Boavista? Fico com a ideia que o mar é perigoso.
Obrigada ?
Carla Mota says:
Olá Marta, podes tomar banho em todas as praias. A que gostamos mais para ir a banhos foi a praia de Chaves porque não tinha ondas e o mar era maravilhoso. Aproveita bem Cabo Verde e a Boa Vista.
Joana Galego says:
Boa noite 🙂 Aconselham alojamentos que tenham transfers de e para o aeroporto?
Carla Mota says:
Pode ser boa opção, mas é fácil arranjar táxi lá. Não há problema.
João says:
Olá! Como é que podemos chegar à fala com um guia, como aquele que vos acompanhou? Quanto pagaram por esse serviço?
Muito boa publicação!
Carla Mota says:
Nós conhecemos no aeroporto.
Ana Maria Gaspar de Carvalho Freirinha says:
Olá Carla
Estou a pensar em ir em Outubro, Como é o tempo lá? Dá para apanhar um sol agradável?
Beijinhos
Ana Freirinha
Carla Mota says:
Vai sim, é maravilhoso. Cabo Verde é bom todo o ano.
Ricardo Benoliel says:
Parabéns pelo blogue, excelente e inspirador. Apenas um acerto, onde está “BEMOLIEL”, é de escrever o nome correto dos meus antepassados, “BENOLIEL”.
Carla Mota says:
Vou corrigir. Muito obrigada.
Ioana Santos says:
Olá…estou a adorar o vosso blog 😉 Este ano estou com um problema com as férias, vou ter de as fazer em agosto, e viajar nesta altura para qualquer lugar é caro demais e muita gente…Aconselha Cabo Verde em Agosto? Sal e Boavista apresentam bons preços, menos São Vicente, muita pena minha pois era a ilha que gostaria de ir mas os preços são assustadores… Eu não sou pessoa de ficar sem fazer nada nas férias, por isso queria um sítio misto onde desse para passear e fazer boa praia ao mesmo tempo.
Obrigado.
Carla Mota says:
Ioana, combine o Sal ou a Boa Vista com a ilha do Fogo ou São Vicente e Santo Antão. Compre o voo ida e volta e Portugal. Depois faça um voo interno para outra das ilhas. Vale a pena. Vai adorar. Cabo Verde é lindo, mas acho que ganha mais se combinar as ilhas da praia com outras.
Ioana Santos says:
Obrigado Carla 😉
Vou então ver como ficam os preços combinando duas ilhas 😉
E muitas viagens pois quero saber tudo hihi!!!
Carla Mota says:
Assim consegues ter tudo numa viagem, praia e cultura. 😀
Veronica Maria Mestre says:
BOAVISTA É REALMENTE UM PARAÍSO-CONHECE A MINHA PEQUENA POUSADA MOYA MOYA
NA ZONA DE ROTCHINHA-MUITO ACOLHEDORA AMBIENTE FAMILIAR- EDIFÍCIO RECENTE.
OBRIGADA PELA SUA DIVULGAÇÃO.
Bernardo says:
Com satisfação que encontrei este blog, não conheço cabo verde infelizmente mas estou a contar em lá ir para o ano! Fazer apenas um pequeno reparo, no ponto 9 o nome da família está enganado! O nome é Bemoliel, só esse pequeno reparo por se tratarem de meus antepassados ahah
Continuação de um bom trabalho!
Carla Mota says:
Corrigido. Muito obrigada pela atenção.
Cesario Fernandes says:
Olà Carla,
Muito obrigado por partilharem a vossa viagem e qualidade do vosso trabalho.
No proximo mês de julho, vamos à Boa Viste e as minha meninas são bastante alèrgicas às picadas de mosquitos. Tens informação sobre o zika ou quais precauções devemos tomar antes de viajar ?
Muito obrigado e cordiaias saudações
Cesario Fernandes
Carla Mota says:
Olá Cesario, no que toca a saúde nós não somos as pessoas certas para responder a isso. Quando fomos não havia problemas de Zica, mas agora não sei como está. O melhor é fazer a consulta do viajante para se informar.
Isabel Cardoso says:
Olá boa noite.
Este ano vou a Cabo Verde, só estou em dúvida não sei de Boa vista ou Sal… Podem dar uma ajuda na escolha?
Carla Mota says:
Depende, Sal é mais animada. Boavista mais tranquila. 😉
Roberto says:
Ola Carla!
Adorei o seu post! Muito completo! Obrigado por isto.
Saberia me dizer como podemos chegar de Praia até Boa Vista?
joaquim says:
estou mortinho por chegar a boavista e confirmar issi tudo deve ser bonito
Carla Mota says:
vai adorar 😀
Joaquim Santos says:
Ola Carla, vou à Boavista em breve. è possível dar algum contacto do Titim ?
Carla Mota says:
Não tenho. 🙁 Não fiquei com o contacto dele.
Monica Tomas says:
qual a melhor maneira de conhecer a ilha, ir nas excursões ou alugar carro
obrigada
Mónica
Carla Mota says:
nós arranjamos um carro com motorista. Pareceu-nos a melhor opção.
Monica Tomas says:
Olá é facil alugar carro na ilha da boavista. qual a melhor maneira de conhecer a ilha, ir nas excursões ou alugar carro
obrigada
Mónica
Carla Mota says:
O melhor é alugar carro. Consegue alugar através dos hoteis.
Filomena Carvalho says:
Olá! Boavista é uma ilha calma e lindíssima. Apenas gostava de acrescentar que em Setembro, podem observar a desova das tartarugas, que nadam milhares de kms para colocar os ovos no local onde nasceram. As tartarugas estão ameaçadas, por vários predadores inclusivamente os humanos. Se tiverem oportunidade efectuem a visita nocturna para assistir a um momento mágico a desova de algumas tartarugas e apoiarem a associação local que as protege. 😉
teresa says:
Vou em junho a ilha de Boavista e realmente gostava de ver a desova das tartarugas, tal como outros fenómenos naturais. Em que zona da ilha é que se vai para assistir ?
Carla Mota says:
O melhor é perguntar no hotel, eles é que conhecem os melhores lugares.
Carla Mota says:
Boas dicas, Filomena. Obrigada. 😀
Carmen Correia says:
Olá! Gostei bastante da descrição que fez da ilha de Boavista! Não encontrei nenhum do guia ou empresa que vos fez a visita no primeiro dia. Seria possível facultar?
Obrigada! O vosso blogue é excelente!
Carla Mota says:
Olá Carmen. Não ficamos com o contacto dele. 🙁
Marisa says:
Que escaldão, Carla!! Auch… 🙂 É engraçado que eu não considerava Cabo Verde como um possível destino de férias. Sempre achei que fosse muito do tipo resort e não haver grande coisa para conhecer…Que grande abre-olhos!! 🙂 E isso é vosso mérito. Aliás, faz agora um ano que estive na Islândia a fazer a Ring Road e as vossas dicas foram usadas até à exaustão (só não tivemos sorte com as baleias).
Carla Mota says:
Obrigada pelas palavras, Marisa. Eu acho que Cabo Verde é um maravilhoso exemplo de como aquilo que vemos nos países depende essencialmente dos nossos olhos. Não gosto nada quando ouço as pessoas dizerem que Cabo Verde não tem nada para ver. É totalmente errado. Cabo Verde tem 9 ilhas, todas diferentes e todas belas. A maioria das pessoas é que vai para Cabo Verde, para não ver nada. Queríamos mostrar que Cabo Verde tem tudo, montanha, aventura, cultura, praia, vulcões, história… Foi isso que tentamos mostrar durante essa nossa viagem. Acho que temos conseguido. 😉 Mais uma vez, Marisa, muito obrigada, é mesmo isso. 😀
Marisa says:
Não, obrigada eu! 🙂 Enquanto poupo os tostões para a minha próxima viagem, vou viajando com vocês (viajar entre viagens, portanto :D)
Eneida says:
Sharing is Caring!!
Gosto tanto do vosso blog! Não me canso de vos elogiar.
Fotos e reportagens magníficas.
Um dia destes também vou ser feliz aqui. Ainda não conheço a Ilha da Boavista mas vontade não me falta 😉
Carla Mota says:
Muito obrigada, Eneida. Esse feedback é muito importante para nós. 😀 Mais uma vez, obrigada. bjinhos