
Visitar o Gerês é maravilhoso mas para que possa mesmo usufruir da serra do Gerês é preciso tempo. Visitar o Gerês não é tão fácil quanto possa parecer. A maioria dos visitantes visita o Gerês de forma superficial, já que, por variadíssimas razões, não é fácil perceber o que ver e fazer na Serra do Gerês, e mais difícil ainda, como lá chegar e organizar a sua visita. De forma a evitar que o Gerês fique congestionado de carros e pessoas que visitam todos as mesmas coisas e lugares é necessário diversificar destinos e o tipo de turismo no Gerês. É isso que pretendemos com este artigo e roteiro para visitar o Gerês.
CONTEÚDOS DO ARTIGO
Para que possa explorar a Serra do Gerês de forma tranquila e em comunhão com a natureza do Gerês, neste artigo vamos partilhar todas as dicas para visitar o Gerês de forma relaxada mas responsável, tudo com base na nossa experiência no terreno. .As dicas que se seguem destinam-se a quem pretende visitar o Gerês de forma independente. Contudo, pode também visitar o Gerês em excursão organizada, por exemplo, esta tour para visitar o Gerês a partir do Porto.
Visitar o Gerês não é tão fácil como possa parecer porque a informação prestada nos diferentes lugares do Gerês não é assertiva nem completa, já que as entidades que promovem/gerem o PNPG são várias. O Parque Nacional da Peneda Gerês é gerido pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) e os postos de turismo são concelhios e afectos a um município, parecendo, para quem visita o Gerês, trabalharem de forma não articulada.
Sendo assim, estas foram algumas das dificuldades que encontramos para visitar o Gerês, e que, devidamente corrigidas, podiam acrescentar qualidade ao turismo na Serra do Gerês e, inclusive, à preservação do imenso património natural existente no nosso único Parque Nacional, o Gerês.
A Serra do Gerês, como um todo, ganharia muito mais se conseguisse preservar o seu imenso património natural, cultural e paisagístico de forma articulada com o visitante. Ao ser desencorajar-se o pedestrianismo e o turismo de natureza (por falta de informação para visitar o Gerês), o turismo do Gerês, infelizmente, resume-se a centenas de carros que estacionam e se aglomeram em dois ou três locais de destaque no Gerês, deixando imensos lixos, fazendo imenso barulho e transformando lugares idílicos em autênticos pesadelos.
Esperemos que estas críticas possam ser interpretadas de forma construtiva por quem de direito e que a Serra do Gerês possa ter o tipo de turismo que o seu Parque Nacional merece.
Dito isto, visitar o Gerês é fantástico e vale mesmo a pena mas, acredite, não é fácil, especialmente se quiser sair da estrada e explorar realmente a serra do Gerês. Felizmente, vamos partilhar aqui tudo o aquilo que gostaríamos de ter sabido antes de ir visitar o Gerês.
A Serra do Gerês é o conjunto montanhoso delimitado pelo rio Cávado e rio Homem. A serra do Gerês é predominantemente granítica, onde as formas de relevo são vigorosas e muito típicas desta morfologia.
Os penedos graníticos do Gerês dão um toque singular à paisagem, fortemente recortada pela acção da tectónica que facilita o encaixe das linhas de água, atingindo o seu expoente máximo no rio Cávado, no rio Homem e no rio Arado, predominando as vertentes rochosas em blocos arredondados com autênticas torres de caos de blocos e tors, alguns desafiando as leis da gravidade.
A biodiversidade da Serra do Gerês é impressionante, com bosques de carvalhos e sobreiros nativos, assim como santuários da biosfera como a Mata de Albergaria. Os garranos, cavalos selvagens do Gerês, são réis e senhores da serra do Gerês, mas o lobo ibérico também ainda habita a região.
O Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG) é muito mais do que a Serra do Gerês. É uma zona mais ampla, que envolve a Serra do Gerês, Serra da Peneda, Serra Amarela e Serra do Soajo. Inclui ainda o planalto de Castro Laboreiro e da Mourela. Sendo assim, o PNPG é uma vasta área com regiões naturais características, de paisagens naturais e humanizadas, de elementos de biodiversidade e de geossítios, com valor científico, ecológico e educativo.
A Serra do Gerês é magnífica para visitar em todas as estações do ano.
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Há imensas opções de alojamento no Gerês, desde casas de granito nas aldeias do Gerês, até hotéis de luxo nas vilas. A serra divide-se nas suas zonas oeste, onde se encontram a albufeira de Vilarinho das Furnas, a aldeia de Campo do Gerês e a vila das Termas do Gerês, e leste, onde se encontram a albufeira de Paradela e a aldeia de Pitões das Júnias.
Como o nosso principal objectivo ao visitar o Gerês era fazer trilhos, precisávamos de acordar cedo e estar perto do início dos trilhos, e assim privilegiámos ficar alojados dentro do Parque Nacional. No entanto, fora da área do Parque Nacional, há excelentes opções suficientemente perto para serem consideradas quando visitar o Gerês. Ficam então aqui as nossas sugestões sobre onde dormir na Serra do Gerês.
A vila de Termas do Gerês é a localidade mais central na região do Gerês, e é quase inevitável ficar ali alojado quando visitar o Gerês, pois permite-lhe estar perto de muitos lugares de interesse e do início de vários trilhos do Gerês. Há várias opções possíveis, todas de boa qualidade.
Ficar num apartamento com localização central fez com que, de manhã, descíamos e íamos comprar pão fresco ao supermercado mesmo ao lado, e à noite, depois de estacionarmos no parque privado, fazíamos o jantar na óptima cozinha do apartamento. Tudo ideal para os nossos dias atarefados entre os melhores trilhos do Gerês.
Mas há outras excelentes opções na vila das Termas do Gerês. Pode escolher entre:
O Campo do Gerês é uma das principais aldeias da serra do Gerês e está localizada no extremo oeste da Serra do Gerês, perto da Albufeira de Vilarinho das Furnas, a 15 km da sede do concelho (Terras de Bouro). Ficar ali alojado é uma boa opção quando visitar o Gerês se for fazer o trilho da Fenda da Calcedónia ou o trilho da Águia do Sarilhão. No Campo do Gerês poderá escolher entre:
DICA EXTRA PARA VISITAR O GERÊS: A caminho do Campo do Gerês, pode também ficar alojado perto do Santuário de São Bento da Porta Aberta, na freguesia de Rio Caldo, o segundo santuário mais popular em Portugal, a seguir ao de Fátima. A opção mais clássica é o Hotel São Bento da Porta Aberta, mas também pode optar pela Casa São Bernardo de Claraval, ou ainda a Quinta do Caneiro.
Terras de Bouro é a sede do concelho que abarca grande parte da área da Serra do Gerês (em conjunto com o município de Montalegre). Está localizada a poucos quilómetros da entrada do Parque Nacional e é o epicentro para visitar o Gerês. É possível ficar alojado no centro da vila, mas há poucas opções. Fora do centro, em particular mais para norte (e mais perto do Parque) há várias opções de qualidade para quando visitar o Gerês. Assim, na zona de Terras de Bouro poderá escolher entre:
NOTA: Fora da área do Parque Nacional, na margem sul do Rio Cávado, há duas excelentes opções para quando visitar o Gerês, a Pousadela Village, perto da zona oeste da Serra, e o Hotel Rural Misarela, perto da zona leste da Serra. Ambos são destinos para aqueles que procuram mais conforto e exclusividade, com vistas para a serra a partir de uma piscina infinita.
Quando visitar o Gerês vai ter que fazer escolhas. A não ser que tenha cerca de duas semanas é impossível conhecer bem a serra. Contudo, pode aproveitar para fazer pequenas escapadinhas na Serra e, em várias visitas, ir conhecendo os seus segredos. Se quiser explorar mesmo a serra, dedique pelo menos duas semanas a visitar o Gerês.
A pequena aldeia de Pitões das Júnias é um pequeno reduto de tradição e cultura rural viva e preservada e paragem obrigatória quando visitar o Gerês. Caminhar nas suas ruas é quase como viajar no tempo, sendo acompanhado por gado, sucessivos “bons dias” e muita simpatia.
Não pode ir até Pitões das Júnias quando visitar o Gerês e não fazer o trilho de Pitões de Júnias. Este trilho pode ser feito de forma temática, com um guião de geologia, para o auxiliar a interpretar a paisagem, mas também a fazer algumas actividades no terreno. É muito giro e vale a pena quando visitar o Gerês. Para além disso, pode também visitar no seu percurso o Mosteiro de Santa Maria das Júnias e a Cascata de Pitões de Júnias, inclusive o passadiço para lá chegar. Este é um local obrigatório a conhecer quando visitar o Gerês.
O mosteiro de Santa Maria de Júnias foi fundado no século XII por um monge beneditino num local onde existia um ermitério pré-românico. É mais antigo do que a própria nacionalidade. Mais tarde, é transferido para a ordem de Cister e, no século XIX, com a extinção das Ordens Religiosas em Portugal e um incêndio, o mosteiro acabou por encerrar, tendo ficado ao abandono desde essa altura. Hoje é possível deambular nas suas ruínas mas não entrar na igreja. Esta só abre para a festa que se celebra a 15 de Agosto.
Que nós somos viajados e apaixonados por comida não há dúvidas, é um facto. Sendo assim, quando encontramos iguarias e as colocamos neste pedestal é sinal que são mesmo boas, acredite! A Casa do Preto, em Pitões das Júnias, tem o melhor bolo de chocolate que já comemos. Sendo assim, não resista quando visitar o Gerês!
Um pouco por toda a Serra é possível encontrar casas tradicionais e restaurantes que fazem fumeiro caseiro, ainda de forma tradicional, e o servem no restaurante ou vendem ao público (muitas vezes tem que perguntar). Sendo assim, não resista quando visitar o Gerês, prove as alheiras de aves, os chouriços e salpicões da serra.
Um dos trilhos e passeios mais bonitos que pode fazer é visitar as 7 Lagoas de Xertelo. Estas lagoas encontram-se a uma hora a pé da aldeia do Xertelo mas, acredite, vale bem a pena caminhar até lá. Há diferentes formas de lá chegar, umas mais fáceis, outras mais aventurosas. Este é um local obrigatório a conhecer quando visitar o Gerês.
Se gosta de aventura tem mesmo que conciliar o trilho dos Poços Verdes do Sobroso com a visita às 7 Lagoas (que na realidade é a mesma coisa) quando visitar o Gerês. Porém, a maioria das pessoas que visita as 7 Lagoas faz o caminho de ida e volta mais curto, com apenas 1 hora de trilho, em vez do percurso circular e espectacular com 12 km. Este percurso é maravilhoso mas vai demorar 3 horas a chegar às 7 Lagoas e depois uma hora para regressar.
Ponteira é uma das aldeias mais pitorescas da serra, já que se encontra construída no que parece a base do batólito granítico. Os calhaos de granito erguem-se por trás da aldeia concedendo a este povoado um aspecto maravilhoso, especialmente incrível ao final do dia. Relativamente perto, a aldeia de Covelães também merece uma visita.
Na povoação da Sidrós, perto de Cabril, ergue-se a Ponte da Misarela (ou Ponte do Diabo), uma ponte envolta em mistério e lendas. Diz a lenda que a ponte foi construída pelo próprio Diabo quando perseguia um clérigo. Ainda hoje a ponte é palco de rituais de feitiçaria ligados ao culto da fertilidade, mas a ponte marca também um episódio importante da nossa história e da luta nas Invasões Francesas. Este é um local obrigatório a conhecer quando visitar o Gerês.
A cascata de Pincães parece tirada de um postal de Bali ou das Filipinas, mas não é. É uma das cascatas mais acessíveis da Serra mas uma das menos conhecidas. Basta caminhar cerca de 20 minutos desde a aldeia de Pincães até à cascata. A cascata não é grande mas é óptima para uns bons mergulhos. Como está muito encaixada só recebe luz solar directa da parte da manhã e à hora do almoço. Da parte da tarde está à sombra.
A Cascata do Tahiti (ou Cascata da Frecha de Barjas) é a cascata mais mediática da Serra. É, contudo, muito perigosa, e embora seja bonita, está nitidamente sobrevalorizada. A cascata não é adequada para crianças já que, para passar de umas piscinas para as outras, é preciso saltar e as quedas são frequentes. Todos os dias há acidentes graves nas cascatas, muitos dos quais levam à morte ou invalidez. Nós estivemos lá menos de uma hora, num dia da semana com pouca gente e, nesse tempo, assistimos à queda de uma rapariga que se magoou. É um lugar a conhecer quando visitar o Gerês, pelas excelentes piscinas naturais, mas sem crianças e com cuidado redobrado.
A Cascata do Arado dispensa apresentações e é obrigatória quando visitar o Gerês. É uma das mais belas e conhecidas na Serra. A cascata é acessível de carro até ao miradouro das Rocas ou, se preferir, numa estrada de terra batida que vai até mesmo às cascatas. Depois basta subir alguns degraus de pedra para poder contemplá-la de cima. Se quiser nadar nas suas lagoas pode subir pelo ribeiro desde a ponte ou seguir um trilho depois do miradouro em direcção ao prado da Teixeira. Um pouco acima existem belas piscinas naturais.
O trilho do Poço Azul é outro dos ex-líbris da Serra e obrigatório quando visitar o Gerês. A maioria das pessoas faz o trilho ida e volta desde o Miradouro das Rocas (ou Cascatas do Arado) mas o ideal, para explorar o Poço Azul, é fazer um trilho que combine o PR14 e parte do GR50 até à Ermida. O Poço Azul é um lugar lindo e maravilhoso mas se quer desfrutar bem dele, vá cedo e durante a semana. Este é um local obrigatório a conhecer quando visitar a serra.
Este é um local obrigatório a conhecer quando visitar o Gerês. O miradouro das Rocas tem uma vista magnífica sobre a Serra e todo o vale do rio Arado mas esta é especialmente magistral com os raios solares do final do dia.
A subida para o miradouro não é difícil mas exige agilidade e destreza física. Demora cerca de 5 minutos a chegar lá acima mas vale bem a pena. À chegada tem logo uma pequena cavidade, linda, formada pelos blocos graníticos mas as vistas estão mesmo no topo.
O magnífico miradouro da Pedra Bela dispensa apresentações e vai passar por lá quando visitar o Gerês. É uma das mais belas vistas e é imperdível em qualquer visita pela região. O miradouro é acessível de carro, que pode estacionar mesmo em frente.
Na realidade há dois miradouros, o novo e o velho, e são ambos magníficos. Recomendamos uma visita ao entardecer, quando as cores do vale do rio Gerês se tornam ainda mais magistrais. O sol põe-se mesmo em frente ao miradouro e o espectáculo é magnífico. Este é um local obrigatório a conhecer ao final do dia.
A Vila do Gerês é o local óbvio para se alojar na Serra, quer pelas sua história ligada à presença das termas, quer pela sua dinâmica de vila serrana. Tem boas lojas, restaurantes, bares, farmácia, supermercado, parques de campismo, hotéis, casas de férias e até um mercado semanal à sexta-feira cheio de charme. É o local ideal para se alojar quando visitar o Gerês.
O mercado de sexta-feira na Vila do Gerês é bem pequeno mas é interessante e vale a pena apreciar a dinâmica local quando visitar o Gerês. Tem vários produtos regionais mas também roupas e bens de primeira necessidade na vila.
O miradouro da Junceda é um belo miradouro que permite contemplar a Serra e o vale do rio Gerês. Para chegar ao miradouro pode percorrer a pé o trilho da Silha dos Ursos ou então seguir o estradão e levar o carro até cerca de 300 metros do miradouro.
O Santuário de São Bento da Porta Aberta é o segundo mais importante santuário de Portugal e em honra do monge São Bento. Recebe centenas de peregrinos todos os dias e vale a pena apreciar a fé e devoção dos seus fiéis quando visitar o Gerês.
A melhor forma de conhecer a cascata da Laja é fazer o trilho da Preguiça (5 km). No entanto, se não o quiser fazer, pode visitar a cascata estacionando o carro na Casa da Preguiça e, depois de subir ao miradouro homónimo, caminhar até à cascata. O trilho para a cascata fica do lado oposto do miradouro. É necessário fazer cerca de 500 metros para alcançar a cascata, sendo que dá mais ou menos 1 km ida e volta.
Se vai visitar o Gerês, o Trilho da Preguiça é um belo trilho para iniciar a sua visita, já que é curto, 5 km, e fácil. Pelo caminho será uma autentica descoberta com cascatas, currais e cursos de água. É uma bela forma de começar uma aventura.
O trilho da Fenda da Calcedónia (ou Cidade da Calcedónia) é um dos trilhos de mais aventura para fazer na Serra. O trilho oficial não atravessa a fenda mas este é o ponto alto do trilho e a maioria das pessoas faz a fenda. Já fizemos este trilho 3 vezes e é sempre um clássico nas nossas visitas à serra. É um local obrigatório para visitar o Gerês se for aventureiro.
Não faltam miradouros fabulosos para visitar e o da Fraga Negra é um dos miradouros obrigatórios. Fica perto da Vila do Gerês e pode ser alcançado a pé desde a povoação no trilho dos Miradouros.
O Campo do Gerês é uma aldeia serrana com casas de granito muito bem preservadas e um local excelente para um pequeno passeio e para se alojar quando visitar o Gerês.
O mirante Velho é um miradouro na estrada que liga a Vila do Gerês ao Campo do Gerês. Fica mesmo na estrada e vale a pena parar porque parece uma autêntica varanda sobre a serra. Este é um local obrigatório a conhecer quando visitar o Gerês.
O miradouro da Boneca tem que ser acedido a pé pois a estrada não vai lá. No entanto, vale mesmo a pena espreitar quando visitar o Gerês. Para saber como lá chegar, consulte este nosso artigo sobre os miradouros da Serra do Gerês.
A Mata de Albergaria é o local mais mágico para visitar na Serra do Gerês. A Mata de Albergaria é grande mas a parte protegida começa na Casa de Leonte e vai até à Portela do Homem. Para atravessar a Mata de Albergaria é necessário pagar 1,5€/veículo (por norma, entre 1 de Junho e 30 de Setembro) na casa abrigo de Leonte ou no acesso de quem entra por Vilarinho das Furnas.
Há funcionários do ICNF no local que podem esclarecer as suas dúvidas mas durante o percurso pela mata não pode parar, estacionar nem sair da estrada. Só pode parar o carro quando chegar à Portela do Homem. Vai passar pela Cascata da Portela do Homem pelo caminho mas lembre-se, não pode parar. Tem que voltar para trás a pé para a explorar.
Este é um local obrigatório a conhecer quando visitar o Gerês. A Portela do Homem é uma das fronteiras mais carismáticas de Portugal e permite o acesso a Espanha, permitindo atravessar do Parque Nacional Peneda-Gerês para o Parque do Xurez, em Espanha.
Mas a sua história é muito mais antiga do que os parques. Era ali, na Portela do Homem, que a estrada Romana que ligava Braga – Bracara Augusta – a Astorga – Asturica Augusta– passava. Esta estrada, a Geira Romana, percorre cerca de 30 km dentro da Serra e os primeiros marcos podem ser admirados ali, milha XXXIV.
A cascata da Portela do Homem é uma das mais populares no Gerês já que é bastante acessível. A cascata é muito bonita e está localizada na alma da Mata de Albergaria.
A Cascata de Leonte, a cerca de 2 km da Casa Leonte, quase passa despercebida da estrada, especialmente na Primavera e no Verão, mas quando se desce à sua base, a coisa é diferente. A cascata é pequena e não se compara com as outras “estrelas” do Gerês mas vale a pena a visita.
A melhor forma de a visitar é fazendo o trilho da Preguiça, mas se a preguiça tomar conta de si, pode parar o carro na estrada N308-1 e descer cerca de 50 metros até à base da queda. Não tem propriamente um local para estacionar o carro ali por isso tem que ser rápido.
O trilho da Águia do Sarilhão – PR5 TBR é um trilho circular, moderado, que permite apreciar a zona da Albufeira de Vilarinho das Furnas e o Campo do Gerês. Pode começar o trilho no parque de campismo pois é mais fácil para estacionar o carro. Não perca um mergulho numa praia fluvial da albufeira quando visitar o Gerês.
Nos anos de seca hidrológica no norte de Portugal a albufeira da barragem de Vilarinho das Furnas fica tão baixa que as ruínas da antiga aldeia homónima exibem-se no meio das águas. Há uns bons anos atrás, talvez há 12 anos, conseguimos visitar as ruínas da aldeia, que já ficam do outro lado do rio Homem e, portanto, já na Serra Amarela.
O trilho dos Miradouros, o PR6 – TBR, é um dos mais belos que pode fazer na serra quando visitar o Gerês. É um trilho exigente mas uma boa aventura para quem procura férias activas.
O trilho do Sobreiral da Ermida – PR14 pode ser um magnífico trilho para conhecer as melhores atracções da Serra. O trilho original tem cerca de 14 km mas vale a pena fazer uns pequenos desvios, fazendo algumas adaptações de forma a poder apreciar, durante o trilho, a Cascata do Arado, a Cascata do Tahiti, o Miradouro das Rocas, etc. Se fizer estes desvios o trilho fica com cerca de 18 km mas vale bem a pena quando visitar o Gerês.
A Geira Romana era a estrada que ligava Astorga a Braga. A estrada romana desapareceu mas muitos dos seus trechos ficaram preservados, assim como os marcos que indicavam as distâncias no caminho. Hoje é possível ver estes marcos em muitos locais da serra, nomeadamente na Portela do Homem, na entrada da aldeia de Covide, no trilho da Águia do Sarilhão, etc. Sendo assim, não perca oportunidade de conhecer esta face histórica da serra quando visitar o Gerês.
Se quer “provar” o Gerês tem que comer o Bife à Minhota no Lurdes Capela. O bife é servido com ovo, queijo e fiambre, com azeitonas e batatas fritas. É um bife mesmo à minhota! Este restaurante fica na Vila do Gerês e é uma boa opção quando visitar a serra.
Há muitos locais onde poderá encontrar o pudim Abade de Priscos. Esta é uma sobremesa típica do Minho e é boa em todo o lado. Apesar de o melhor pudim Abade de Priscos que já comemos ter sido em Guimarães, a verdade é que se visitar o Gerês tem mesmo de o experimentar. É uma bomba calórica mas vale tanto a pena provar quando visitar o Gerês!
Pedaços do Gerês é um prato típico da serra e que pode encontrar em alguns restaurantes da Serra do Gerês. Este prato típico é composto por um pedaço de tenra carne de vitela e cebolinhas caramelizadas e servidas com migas de broa de milho com couve e toucinho fumado.
A albufeira da barragem da Caniçada criou a oportunidade ideal para desfrutar deste lençol de água em canoa ou passeio de barco quando visitar o Gerês. Há várias empresas que operam na zona e basta marcar a sua experiência.
Este é um local obrigatório a conhecer quando visitar o Gerês. Há muitos e variados miradouros no Gerês e para não perder nenhum deve explorar o nosso artigo sobre os melhores miradouros da Serra do Gerês, cheio de dicas de como chegar a cada um deles. No entanto, nenhum o impressionará mais do que o miradouro de Fafião, um miradouro extraordinário com vistas maravilhosas da serra.
Uma das melhores sociedades com tradições comunitárias, ainda preservadas, na Serra, é na aldeia da Ermida. Aqui ainda se faz uso de sementeira e colheita comum. Há lagares e fornos comuns e a população ainda vive em prol de um bem comum e que pode conhecer quando visitar o Gerês.
Os currais do Gerês são abrigos dos pastores para se protegerem quando ficam retidos no meio da serra durante o mau tempo. São abrigos temporários e para serem usados em situações de urgência e que pode descobrir quando visitar o Gerês.
Os garramos são cavalos selvagens que vivem no PNPG e na serra. Estes cavalos vivem totalmente em estado selvagem na serra, procurando o seu próprio alimento e movimentando-se na serra de forma completamente livre. É por esta razão que deve circular de forma muito lenta na serra. Irá com certeza cruzar-se com vários garranos pelo caminho quando visitar o Gerês. Respeite o seu espaço.
A “versama” é o cozido típico de Terras do Bouro e é um prato tradicional da gastronomia de montanha, feito com couve galega, batata e feijão, cozido juntamente com as carnes de porco curadas.
A Bó Gusta foi o nosso restaurante preferido na Vila do Gerês. As tapas são maravilhosas, com doses generosas e preços muito justos. É uma excelente opção para um jantar quando visitar o Gerês. Gostámos de tudo mas a posta, a chanfana de javali e as ameijoas à Bolhão Pato são uma delícia.
As lagoas de Fafião são um dos lugares mais extraordinários para visitar na Serra com crianças. Se não tiver muito tempo, esta é mesmo uma experiência obrigatória a ter quando visitar o Gerês. Não se esqueça que não é preciso caminhar para lá chegar. Este é um local obrigatório a conhecer quando visitar o Gerês.
Os Fojos do Lobos são construções típicas na Serra do Gerês que serviam a comunidade e destinavam-se a capturar os lobos da serra que ameaçavam os rebanhos dos pastores. Eram construídos em muros que direccionavam os lobos para um poço, para onde eles eram atraídos e depois capturados. Há vários fojos dos lobos na Serra mas os melhores são o da aldeia de Fafião (o maior da Península Ibérica) e o da aldeia de Xertelo e que deve conhecer quando visitar o Gerês.
Há pouco mais de um século os ursos eram habitantes da Serra e ameaçavam a produção de mel das aldeias, atacando as colmeias da serra. Assim, os aldeões criaram as silhas dos ursos, estruturas muralhadas onde colocavam as colmeias a salvo dos ataques dos ursos. Hoje as silhas já estão abandonadas pois os ursos já não povoam estes locais. As silhas mais fáceis de ver quando visitar o Gerês são no PR14-MTL, no Trilho dos Poços Verdes, ou no trilho da Silha dos Ursos a caminho do miradouro da Junceda.
A casa do Parque Nacional, no Campo do Gerês, deve ser o primeiro local onde deve ir quando visitar o Gerês, especialmente porque pode comprar aqui o mapa do parque (3€) e folhetos de mapas de alguns trilhos (embora segundo informação que recolhemos lá vão deixar de disponibilizar em formato de papel, o que a nosso ver é um retrocesso).
Não perca a oportunidade de ver a exposição sobre a construção da Barragem de Vilarinho das Furnas e a aldeia inundada, bem como a exposição sobre as características da Serra e do PNPG. São muito interessantes quando visitar o Gerês.
Aconteça o que acontecer, se decidir visitar a serra não pode deixar de percorrer os seus trilhos. Há trilhos maravilhosos, para todos os gostos e estilos quando visitar o Gerês. Trilhos fáceis, moderados ou exigentes. Basta escolher um (ou vários) e aventurar-se. Não se vai arrepender. Conheça o Gerês da forma mais sustentável possível, a pé.
DICA EXTRA – Se quiser fazer uma actividade de montanha transversal a todo o PNPG não pode perder o magnífico GR50, uma Grande Rota dividida em 19 etapas que percorre todas as serras e planaltos do PNPG. Ficámos com vontade de voltar para fazer este trilho.
Não é fácil organizar um roteiro na Serra do Gerês, especialmente porque isso vai depender imenso do tipo de actividades que gosta de fazer. Sendo assim, as propostas de organização de dias que se segue resultam daquilo que nós gostamos, viagens mais activas, com dias para fazer trilhos e aproveitar a Natureza.

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No primeiro dia a visitar o Gerês comece por chegar cedo à Serra e aproveite para conhecer alguns dos seus locais mais populares.
No dia seguinte explore a parte norte da Serra do Gerês. Leve o carro para a aldeia de Covide e comece lá o Trilho da Cidade e Fenda da Calcedónia.
No dia seguinte a visitar o Gerês, vá e veja alguns dos melhores locais da Serra em trilho. Faça o Trilho do Poço Azul, tal como lhe propomos neste artigo e que lhe permite conhecer ao longo do trilho:
Neste dia a visitar o Gerês, explore os melhores miradouros da Serra do Gerês. Se gosta de trilhos faça o Trilho dos Miradouros. Se pretende um dia mais descansado a visitar o Gerês pode fazer os mesmos miradouros de carro, apenas com pequenos passeios a pé para os alcançar. Para preparar bem este dia veja estes nossos dois artigos:
Neste trilho ou percurso verá:
Este é um dia para conhecer algumas das cascatas e piscinas naturais da Serra. Se gosta de trilhos, faça o Trilho do Pão, Azeite e Miradouros em Fafião.
No dia seguinte a visitar o Gerês, explore uma das zonas mais maravilhosas da Serra e faça o Trilho dos Poços Verdes do Sobroso que levam às 7 Lagoas de Xertelo. Vá até à aldeia do Xertelo e de lá conheça as 7 Lagoas. Se gostar de trilhos e de caminhar, faça o trilho PR14, se prefere descansar faça a versão mais curta. Está tudo explicado neste artigo de como pode chegar às 7 Lagoas de Xertelo. O ideal neste dia é deixar a Vila do Gerês e ficar a dormir em Pitões de Júnias. Neste trajecto poderá ver:
Neste dia a visitar o Gerês acorde na aldeia de Pitões das Júnias e explore a aldeia e os seus arredores. Não perca:
DICA EXTRA – Se tiver dias extra e gostar de fazer trilhos no Gerês temos imensos bons trilhos explicados no blogue, contudo, recomendamos que faça o trilho PR14 – Sobreiral da Ermida.
Se gosta de explorar as melhores Serras de Portugal temos alguns artigos que vai gostar de descobrir

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Maria Pinto says:
Olá Carla, com uma primeira visita ao Gerês agendada para breve, em família, foi maravilhoso poder receber todas estas dicas para aproveitar ao máximo o que o PNPG tem para nos oferecer! Excelente forma de divulgar Portugal e de partilhar o seu conhecimento com as outras pessoas! Muito obrigada e continuação de viagens felizes! 🙂
Carla Mota says:
Olá Maria, ainda bem que adorou o Gerês. Muito obrigada pela mensagem. É mesmo importante para nós. Bjinhos
Dulce Lima says:
Olá, Carla!
À procura de algo sobre o Gerês, deparei-me com o blog Viajar entre Viagens. Ao explorá-lo, a minha atenção manteve-se, reconhecendo cada local descrito e retratado como um reviver de memórias. Sou do Porto, mas tenho uma grande ligação ao Gerês, pelo tempo que lá passei e como o passei. Obrigada pelo fantástico e pormenorizado retrato de um local tão genuíno!
Concordo com as críticas feitas, infelizmente, a informação ao visitante não existe ou é escassa, e é notória a falta de preocupação e articulação entre a autarquia e o ICNF para o desenvolvimento de um turismo de qualidade no PNPG, que seja sustentável e que contrarie a sazonalidade que se verifica. Nos meses quentes, não falta gente, atraída pelas famosas lagoas e trilhos a perder de vista, num turismo de massas, nem sempre consciente do seu papel na natureza. No resto do ano, a região permanece isolada e sem movimento. O Gerês tem tanto para mostrar, para além do património natural que lhe é caraterístico. Precisa, também, de ser conhecido pelas suas tradições, usos e costumes locais, para ousar atrair um turismo de natureza que desperte interesse ao longo do ano. Acredito que o isolamento social e a sazonalidade do turismo no Gerês possam ser contrariados com a promoção de vivências culturais que enriqueçam e diferenciem a visita do turista, ao interagir com as comunidades locais/artesãos. Gostava de saber a tua opinião sobre esta ideia, e se achas uma necessidade a ter em conta para melhorar o turismo no PNPG.
Continuação de boas viagens e experiências.
Carla Mota says:
Olá Dulce, completamente de acordo. O turismo no Gerês tem e deve focar-se muito mais no património cultural e humano das suas gentes. É também por isso que é um parque nacional. Eu penso que ainda há um caminho muito longo a percorrer. É preciso fazer mais, pelas gentes que habitam aqueles locais e pela natureza. Só um desenvolvimento harmonioso entre os dois pode acarretar um turismo sustentável. A proibição cega e a falta de informação só leva situações negativas em termos de sustentabilidade. Acho que podíamos fazer muito mais pelo Gerês. Não sei se haverá vontade por parte das entidades competentes porque não conheço, mas parece-me, visto de fora, haver pouca abertura a mudanças.
Ana Carolina says:
É tão ruim quando viajamos para um lugar onde existem poucas informações a respeito né? Mas com esse guia ficará super fácil conhecer Geres.
Carla Mota says:
Obrigada, Ana. Visitar o Gerês é maravilhoso e este guia do Gerês é uma motivação extra para não haver desculpas.
Fernanda Scafi says:
Que região linda essa da Serra do Gerês em Portugal! Não tive a oportunidade de conhecer ainda – o mais perto que cheguei foi Braga, mas pelo seu roteiro de 7 disa, dá para ver que tem bastante coisa para fazer por lá!
Carla Mota says:
Vale a pena ir ao Gerês. É mesmo maravilhoso.
Ruthia Portelinha says:
Infelizmente a maioria dos visitantes concentra-se junto às pontes do rio Caldo e perda a verdadeira riqueza do Gerês. Depois de lerem este post já não há desculpas!
Carla Mota says:
Verdade, Ruthia. A maioria das pessoas que visita a Serra do Gerês na realidade não explora a serra, visita apenas dois ou três lugares. É preciso entrar mesmo na Serra para conhecer o verdadeiro Gerês.
Murilo Pagani says:
Caramba, um lugar tão lindo quanto a Serra do Gerês mereceria mais atenção quanto as informações para que suas belezas fossem aproveitadas por mais pessoas, né?!
Suas dicas e roteiros estão excelentes! Tenho certeza que ajudará muitos viajantes a visitarem Gerês!
Obrigado!
Carla Mota says:
Obrigada pela força, Murilo.
Liliana Silva Vieira says:
Olá Carla e Rui. O que aconselham visitar com uma criança de 7 anos? Beijinhos
Carla Mota says:
Aconselho a desfrutar do Gerês tal como está aqui mas evitar os trilhos maiores. Nós estivemos no Gerês coma minha sobrinha de 8 anos e ela fez tudo o que fizemos. Claro que isso depende da experiência dos miúdos e dos pais.
Mariana says:
Quanta história na Serra do Gerês! Confesso que não a conhecia e é mesmo uma pena que não invistam mais no turismo na região. Amei saber sobre os poços para lobos, cavalos selvagens e abrigos para pastores. É um lugar encantador!
Carla Mota says:
Mariana, a Serra do Gerês é mesmo um encanto. Precisa é de tempo.
Araújo says:
Dizem no vosso site que é difícil encontrar folhetos oficiais explicativos dos percursos, pois eu tenho-os em casa, dos 14 percursos oficiais e mais uns quantos de trilhos não oficiais, há até um livro editado há muitos anos pela CMTB onde retrata a fauna, a flora e claro dos trilhos do Gerês, que também o tenho comigo, conheço muito bem todos esses trilhos.
Carla Mota says:
Que bom. Mas só podemos partilhar no nosso blogue a nossa experiência. E nós tivemos dificuldade em encontrar os panfletos dos trilhos.
Ana Paula Araújo says:
Olá,,vou estar três dias no Gerês,vamos ficar alojados mesmo na vila,podia dar dicas do que podemos visitar,não temos problemas em caminhar.
Carla Mota says:
As nossas sugestões estão todas no artigo, não viu?
Luciana says:
Que lugar incrível!!! Não tinha ouvido falar em Gerês mas já coloquei em minha lista de desejos. Me vejo caminhando pelas ruas da Aldeia de Pitões das Junias, contemplando a vista do Miradouro da Jucenda e mergulhando no Poço Azul. Perfeito o seu post e super completo. Parabéns e obrigada por compartilhar
Carla Mota says:
Obrigada! Visitar o Gerês é mesmo incrível e aposto que você se apaixonaria na hora.
Danielle says:
Que delícia circular por sete dias na Serra dos Gerês. Infelizmente, eu só conheci a Serra da Estrela, mas fui até Braga e Viana do Castelo (norte de Portugal). Amei a sua dica e roteiro! Até já conversei com o meu marido de que iremos fazer o seu roteiro, na próxima oportunidade em Portugal.
Mesmo com o desabafo sobre a falta de informações no local, eu achei que vocês desbravaram bem o lugar e ficaram com um lindo registro de viagem.
Carla Mota says:
Obrigada, Danielle. Aposto que você e o seu marido vão adorar visitar o Gerês. É verdadeiramente maravilhoso.
Diana Castanhas says:
Fantástica toda a informação recolhida e a forma como está exposta.
Parabéns, adorei!
Carla Mota says:
Muito obrigada, Diana. Espero que gostes e desfrutes bem do Gerês.
Leo Vidal says:
Visitei o Gerês no verão a partir de Braga, mas fui direto para a parte onde eles chamam de praia. Uma praia de rio que no verão estava muito movimentada pelos portugueses, muito agradável a temperatura da água. Com suas dicas espero visitar mais partes numa próxima vez em Portugal
Carla Mota says:
Leo, deve ter ido para o Rio Caldo. Essa parte do Gerês é a mais popular desde Braga.
Anna Luiza says:
Nossa, já quero visitar o Gerês. Que lugar absurdamente lindo! Uma pena a falta de informações que você citou. Tomara que mudem isso. Mas, sem dúvida, este post ajuda demaaaais! Fiquei encantada com o Poço Azul e de olho no bolo de chocolate!
Carla Mota says:
Pode ser que a informação para visitar o Gerês melhore. Nós acreditamos que sim.
Fabricio says:
Oi Carla, que lugar incrível e eu não conhecia. O jeito que você escreve e organiza as informações é ótimo, me senti viajando para o Gerês. Salvei o seu post para a próxima visita a Portugal.
Carla Mota says:
Obrigada, Fabrício.
Dulce says:
Ena incrível! Muito e muito obrigada pelas partilhas e pelo vosso tempo.
Está um artigo muito completo que me ajudará a conhecer um pouco melhor o Gerês na minha próxima visita que, se tudo correr bem, está para breve.
Obrigada e continuação de bons passeios
Carla Mota says:
Muito obrigada, Dulce. Ainda bem que gostou. Depositamos imensa energia no nosso blogue e é maravilhoso quando temos retorno. Obrigada.