Visitar Havana é obrigatório para quem pretende conhecer Cuba. Havana é a porta de entrada da maioria dos viajantes que rumam a Cuba. Cidade maravilhosa e apaixonante, Havana é um “mundo” dentro do país. Com um centro histórico maravilhoso, bem preservado e cuidado, Havana ainda é uma cidade autêntica com bairros tradicionais, arquitectura colonial e imensos lugares de interesse.
Quando visitar Havana dedique-lhe pelo menos três dias de forma a aproveitar bem o seu património cultural e arquitectónico, assim como a vida da cidade de Havana, de dia e de noite, bem como a praia, logo ali ao lado.
O Museu da Revolução Cubana em Havana é um lugar obrigatório quando visitar Havana. Exibe uma vasta exposição sobre a História da Revolução Cubana com fotografias dos momentos que mais marcaram o país, desde 1956 até à actualidade, e algumas relíquias como as calças que Fidel usou quando tomou Cuba ou a maca que transportou o corpo de Che Guevara quando este foi assassinado na Bolívia. Tem descrições sobre os avanços e recuos dos revolucionários durante a luta contra o governo de Flugêncio Baptista, assim como um memorial aos principais revolucionários, homens e mulheres, que lutaram pela independência económica do país. A principal relíquia do museu é o Granma, o barco que transportou Fidel e os revolucionários até Cuba em 1956, dando início à revolução.
Começámos a visita num dos dias pela Praça da Revolução em Havana, palco dos comícios políticos do líder carismático Fidel Castro. Ali se aglomeraram milhares de cubanos, que festejaram a queda da ditadura de Flugêncio Batista, a tomada de Havana por Fidel, o aparecimento do Partido Comunista ou as comunicações de Fidel ao povo sobre as grandes políticas criadas para o desenvolvimento de Cuba. Ali em Havana, nasceu um país. Um país que ousou criar um ideal político distinto, em pleno período de Guerra Fria, fruto do sonho e dos ideais de um grupo de revolucionários que envergam a face de Fidel Castro, Che Guevara ou Camilo Cienfuegos. Na persecução de um sonho, a figura de José Marti, um eloquente poeta e pensador que desempenhou um papel importantíssimo na construção de uma nação em Havana. São estas figuras que hoje são homenageadas na Praça da Revolução de Havana. Dois dos edifícios da praça apresentam representações estilizadas da figura de Che Guevara, onde se pode ler “hasta la vitoria, sempre”, e de Camilo Cienfuegos. Do outro lado da praça de Havana, um memorial e uma torre de observação sobre Havana dedicado a José Marti com um museu sobre o seu papel na construção de uma Cuba livre.
A história do século XX em Cuba desfilou nesta praça em Havana. Desde os discursos de Fidel Castro aquando da Revolução Cubana até à criação de um país comunista em pleno período de Guerra Fria, a Praça da Revolução é hoje o símbolo de Cuba independente. Perceber a grandiosidade da praça em Havana é avassalador. Num dos extremos estão as figuras de Che Guevara e Camilo Cienfuegos estilizadas na parede de um prédio de Havana. No outro extremo, a torre em honra de José Marti, um eloquente poeta e pensador que desempenhou um papel importantíssimo na construção da nação cubana em Havana. Pode-se subir ao topo da torre e até visitar o museu em sua honra. Num outro extremo da praça de Havana estão estacionados vários carros antigos arranjados e cuidados para transportar turistas em Havana. Com cores garridas, fazem as delícias dos visitantes e é um lugar obrigatório quando visitar Havana.
Do lado oposto do memorial de Havana, um tapete vermelho conduz-nos até à sede do Partido Comunista Cubano. Mas hoje, Cuba vive do turismo crescente, e apesar do comunismo continuar a ser a política oficial do governo, o capitalismo já vive nas ruas de Havana. Dezenas de carros americanos, desde Chevrolet até Buick, pintados em cores vivas, fazem as delícias dos turistas. Uma fotografia em troca de uma “propina”. Um passeio de uma hora em troca de 40 dólares, que aqui se chamam CUC, uma moeda indexada ao dólar e criada apenas para os estrangeiros, a que os cubanos chamam Peso Convertível, já que os dólares foram praticamente banidos de Cuba e a sua transacção incorre no pagamento de fortes impostos. Assim vai o comunismo em Havana e em Cuba.
Se é interessado pela história de Cuba, não deve perder, por trás do monumento a José Marti, a sede do Partido Comunista Cubano em Havana. Não pode entrar no edifício, nem sequer aproximar-se muito próximo da porta, já que está bem guardada e vedada, mas pode ver o tapete vermelho que leva até à entrada.
Dominando a praça da Catedral de Havana, rodeada por palácios e casas apalaçadas, a Catedral de São Cristóvão de Havana é um dos monumentos coloniais mais importantes de Havana. Com uma fachada barroca fabulosa, o seu interior é no entanto bastante mais austero, mas cheio de devotos especialmente ao domingo de manhã. No exterior, há frequentemente mulheres a ler a sina e as cartas em Havana. A praça de Havana é magnífica e uma das mais belas de Havana e de Cuba. É um lugar obrigatório quando visitar Havana.
Um das mais belas e eloquentes praças de Havana, a praça velha de Havana tem belos edifícios coloniais, alguns deles transformados em bares, restaurantes e alojamentos em Havana. Nós, por exemplo, alojámo-nos numa casa particular num desses edíficios de Havana. Pode ver mais aqui neste artigo. A praça Velha em Havana é o lugar para beber um copo ao fim da tarde ou à noite. É um bom lugar para jantar, numa das muitas esplanadas e desfrutar do calor nocturno de Havana. Cervejas, mojitos, cocktails, escolha a sua bebida, junte-se a cubanos e a estrangeiros e desfrute da vida nocturna nesta bela praça de Havana. É um lugar obrigatório para desfrutar da noite quando visitar Havana.
Na praça Velha havia bares com música cubana ao vivo por baixo da varanda do nosso quarto. Um mojito na mão e uma comida típica de rua para tapar o buraco no estômago. Salsa, muita salsa. O ritmo do Caribe já se sente, assim como o calor.
O Capitólio é outro dos lugares obrigatórios a conhecer quando visitar Havana. É uma imagem de marca da cidade e sentar-se nas suas escadas para ver os carros desfilar é já meia visita. Construído à imagem do Capitólio de Washington, hoje o Capitólio já não tem funções administrativas globais, apenas alberga os ministérios da Ciência, Ambiente e Tecnologia. No entanto, as antigas câmaras dos deputados estão abertas ao público numa visita guiada pelo edifício, assim como o Salão dos Passos Perdidos e a vista interior da cúpula (maior do que a do Capitólio e Washington). Não perca também a terceira estátua mais alta do mundo, a estátua da republica no interior do Capitólio. É um lugar obrigatório quando visitar Havana.
Pode ver aqui o nosso roteiro de viagem para 12 dias em Cuba
A Real Fábrica de Tabacos Partagás é uma das fábricas de tabaco mais antigas de Havana. Há outras na cidade mas esta tem o privilégio da localização. Fica mesmo por trás do Capitólio e na entrada do Bairro Chinês. Infelizmente a fábrica já não funciona no local e já só ali existe uma loja, que tem uma boa selecção de charutos cubanos, embora o trabalho das funcionárias seja medíocre e muito lento. Os preços praticados são justos.
O Palácio de los Capitanes Generales é um dos edíficios coloniais mais belos de Havana. Em estilo barroco do século XVIII, tem lugares fabulosos em temos arquitectónicos, tais como La Giraldilla, o cetáfito da Igreja Paroquial Mayor, o magnífico Salão dos Espelhos, a Sala do Trono e a Sala Branca.
A praça das Armas é uma imagem de marca em Havana. Está rodeada por um belo jardim e arcadas de edifícios coloniais majestosos, nomeadamente o Palácio de los Capinanes Generales. No entanto, para além do palácio há outros belos edíficios encantadores, nomeadamente o Palácio do Segundo Cabo, o magnífico Castelo da Real Fortaleza, o El Templete, um dos edíficios mais antigos de Havana, as coloridas janelas do Hotel Santa Isabel ou animação de rua no cruzamento da Calle Officios e da Calle Obispo.
O centro nevralgico de Havana. Tudo o que acontece em Havana passa pelo Parque Central. O Hotel Inglaterra, uma dos mais emblemáticos de Havana, o Hotel Parque Central ou o Hotel Telegrafo. Não perca o Cinema Payret, o primeiro cinema de Havana, ou o Grande Teatro de Havana. Na outra extremidade do parque está a Manzana de Gomez, um centro comercial que renasce das cinzas, e o Palácio del Centro Asturiano, hoje um museu. É um lugar obrigatório quando visitar Havana.
O único bairro chinês sem chineses do mundo, é assim que os cubanos descrevem o Bairro Chinês.Efectivamente não se vêem chineses nas ruas mas lojas estão lá, pelo menos os nomes. H+a restaurantes vietnamitas, chineses e até tailandeses, mas já quase só servem comida criola. Os asiáticos foram embora com a Revolução Cubana. Parece que os chineses não se dão bem com o Comunismo. 😀 É um lugar muito interessante para percorrer a pé e aconselhável quando visitar Havana.
No coração da Havana Central, o Callejón de Hammel é uma pequena rua na cidade, ocupada por artistas e inlectuais cubanos. A rua começou a ganhar notoriedade quando os estrageiros descobriram que aso domingos ao almoço havia espectáculos de tambores e danças. No entanto, o Callejón de Hammel tem muito mais para oferecer, nomeadamente excelente arte de rua e, nas proximidades, santuários de Santéria, a religião cubana que funde a cultura tribal dos escravos com o cristianismo.
Vedado é o bairro mais moderno de Havana, onde edifícios modernos (dentro do que se pode considerar moderno em Havana) dividem espaço com edifícios clássicos. Não perca a calle 23, o Hotel Havana Livre, que serviu de headquarters na Revolução Cubana, e o Hotel Nacional. É um bairro obrigatório a conhecer quando visitar Havana.
A avenida do Prado liga o Parque Central ao Malécon e é um óptimo local para observar o ritmo e vida tradicional em Hanava. Ao fim da tarde, quando o calor começa a abrandar, enche-se de adolescentes a namorar, idosos a descansar, homens a conversar e mulheres a sorrir. Sente-se e descubra as brincadeiras das crianças. Repare no Palácio dos Matrimónios onde ainda se celebram os casamentos em Havana e nos belos edifícios coloniais da cidade.
Cuba é um museu, diz-nos Carlos, o taxista. Sim, é verdade e Havana é o seu expoente máximo. Carlos di-lo com alguma amargura, sente-se. Nós intepretámo-lo com o coração e a alma. Sim, Cuba é mesmo como um museu a céu aberto e isso sente-se e vê-se a todo o instante. E não é só nos velhos carros americanos da década de 50.
As ruas empedradas da Cidade Velha, com edifícios coloridos e ricamente decorados fazem de Havana uma das cidades coloniais mais bem preservadas do mundo.
Havana continua a sentir-se nas ruas, especialmente na parte velha, desde as “calles secundárias” cheias de homens e mulheres acolhedores e simpáticos, que nos abraçam e beijam, nos convidam para “tomar algo”, longe dos olhares atentos dos turistas, até às praças da Catedral, Velha ou das Armas, ao som de uma salsa e rumba. Tudo parece cenário do filme Buenavista Social Club.
Terminámos quase todos os dias bebendo um mojito e fumando um puro na Plaza Vieja, preparando-nos para “cenar” enquanto apreciávamos um espectáculo de Flamenco. Sim, Havana é mesmo um museu. Um museu vivo e cheio de vida.
A Bodeguita del Medio e uma istituição em Havana e em Cuba (agora já há várias espalhadas pelo país). É um lugar obrigatório para provar um mojito. Sim, é caro, tem preços para turistas, mas é como ir a Roma e não ver o pápa. Está cheio de gente, de dia e de noite, e garante-se boa disposição.
Se vai viajar em Cuba tem que imbuir do espírito do país. Compre um puro cubano, coloque uma boina do Che Guevara e sente-se numa esplanada da Praça Velha. Acenda o seu puro, peça uma cerveja e entre verdadeiramente na cultura cubana. Bem-vindo a Havana!
O Museu do Rum pertence à marca Havana Club, a marca de rum mais internacional de Cuba. É um museu criado para que perceba como se processa a cultura da cana de açúcar e depois o processo para obtenção do rum. O museu funciona na destilaria do Havana Club. A visita termina com um prova do rum. O museu está muito bem conseguido e tem uma loja da marca e um bar para provar as principais bebidas feitas à base de rum. É um lugar obrigatório quando visitar Havana.
Ernest Hemingway, quando viveu em Havana, não dispensava um mojito na Bodeguita del Medio nem um daikiri na Floridita. E nós também não! Você deve fazer o mesmo. Pode ter preço para turista (e tem) mas vale a pena. Tem um ambiente fantástico, música ao vivo de qualidade e até pode dividir o seu daikiri com a estátua de Hemingway, no canto do bar. Dance!
O Malecón é uma das mais memoráveis avenidas de Havana. Este passeio, junto ao mar, percorre cerca de 7 km, permitindo conhecer e ver desfilar pessoas, edíficios coloniais (alguns preservados outros devolutos), hotéis e até embaixadas, nomeadamente a Embaixada dos EUA. Repare na arquitectura colonial, especialmente as varandas, as estátuas e as cores dos edifícios “comidas” pela maresia. Aprecie os pescadores, os casais de namorados, os músicos e dance ao pôr-do-sol. É um lugar obrigatório quando visitar Havana.
Não pode deixar Havana sem conhecer as Playas del Este. São praias maravilhosas, ao nível das praias de Varadero, mas com a vantagem que se enchem de cubanos no fim de semana. São um lugar maravilhoso para conhecer a cultura cubana e a forma como a vida neste país está a mudar. Aproveite para mergulhar e comer maravilhosamente nos snacks e restaurantes de praia. É um lugar mais que obrigatório conhecer quando visitar Havana.
Para conhecer as melhores praias e cayos de Cuba veja este artigo.
Quer experimentar Havana mesmo a sério? Então tem que dedicar uma noite para conhecer o ritmo da cidade e dançar salsa e rumba, assim como regaetoon, nas calles, bares e casas de dança da cidade. Pode começar pela Praça Velha mas depois deve dirigir-se para a Praça del Cristo, onde há muitos bares fatásticos com música ao vivo e onde pode desfrutar do melhor que Havana Velha tem para lhe oferecer. Depois, pela noite dentro, deve dirigir-se a uma danceteria. O melhor, segundo os cubanos é a Fábrica de Arte Cubano, em Vedado, ou a Casa da Música do Centro de Havana. Quer sentir Cuba? Pois é aqui que vai descobrir o país.
Havana não é um paraíso para fazer compras, já que o consumismo não faz parte do vocabulário do regime comunista. No entanto, Cuba está a mudar e aos poucos, as ruas começam a ter cada vez mais lojas e mercados, para além das lojas governamentais para venda de bens básicos e essenciais. Uma dessas ruas é a Calle Obispo, que aos poucos se vai transformando na “baixa comercial da cidade”. Já há livrarias, lojas de roupas e artesanato, etc. Vale a pena percorrê-la quando visitar a capital de Cuba.
No Parque El Curiba, no cruzamento de Dragones com Salud, há um pequeno mercado tradicional “La Caridad” onde os cubanos podem fazer comércio local. São pequenas lojas, destinadas essencialmente para a população local mas tem vestidos, saias e sandálias fantásticas. Comprei aqui dois vestidos lindos.
A Calle San Rafael é a rua comercial de Havana Central. A maioria das lojas destinam-se a população local mas vale a pena espreitar, especialmente se procura livros, ou algo local, como por exemplo rum a preços cubanos. Nós almoçamos muitas vezes nesta rua e pagámos com moeda nacional, o peso cubano, e os preços eram muito muito baratos.
Num quelho entre a Calle San Miguel, por trás do Hotel Telegrafo no Parque Central, há um pequeno mercado com artesanato cubano. Os preços são justos mas discuta-os. É um bom local para comprar souvenirs cubanos.
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Andreia says:
Boa tarde Carla,
Pretendia saber se é possível ficar alojado numa só casa em havana e depois ir conhecendo a cidade de transportes?
Como ficou alojada em 3 casas distintas em havana fiquei com essa duvida.
Sabe se o cartão revolut é aceite em cuba ou se os pagamentos são mais feitos em dinheiro?
Obrigada,
Helio says:
Boa tarde, e obrigado pelas dicas.
Quanto ao dinheiro, devo trocar cá em Portugal e levar CUC ou qual a melhor forma?
Carla Mota says:
Não é possível comprar moeda de CUba fora de Cuba. Deve levar dólares ou euros.
Martim says:
Boa tarde Carla, adorei o artigo!
Uma pergunta sff, são necessárias vacinas?
Obrigado 🙂
Carla Mota says:
Não lhe sei responder. Deve perguntar isso na consulta do viajante porque depende dos surtos e das épocas do ano.
joao pedro says:
não é necessário vacinas
sonia says:
olá !
Vou em breve a cuba, durante 15 dias e a sua partilha é de grande importância ,para a construção do roteiro. Gostaria que me esclarecesse, se para cambiar os nossos euros existe algum local com melhores cambios, e se a net é viável nos locais como: havana, vinales, trinidad, cienfuegos e varadero.
obrigada!
Carla Mota says:
Dinheiro estrangeiro só vai conseguir trocar nas casas oficiais ou hotéis. As taxas são fixas. Todos cumprem. Quanto à internet também só há um tipo de cartão. É seguro. Funciona sempre nas praças principais e zona de hoteís, pelo menos, em todas as cidades.
Vitor Martins says:
Muito bom, daqui a 4 dias estarei por aqui!!Anotei as dicas todas
Carla Mota says:
😀 Boa! Boa viagem e aproveitem bem as dicas.
Vitor Martins says:
Estaremos aqui daqui a 4 dias!!!Grandes dicas!
Carla Mota says:
Contem-nos tudo! Que tal?
ana says:
Adorei as vossas dicas, estou a planear uma viagem a cuba e já li e reli os vossos artigos.
Nós pensámos em alugar carro, mas reparei que viajaram sempre de autocarro e taxi.
Nós somos 3 adultos e 5 crianças dos 10 aos 17 anos, não deve ser fácil colocar esta gente toda num autocarro, a não ser que compremos os bilhetes com muito tempo de antecedência, digo eu! E o alojamento em casas particulares?!?… Será fácil arranjar para 8 pessoas?
Obrigada pela vossa ajuda precisosa.
Boas viagens!
Carla Mota says:
É fácil arranjar alojamento. Sem problema. Já o autocarro vai ser duro, mas táxi partilhado pode ser bem melhor para vocÊs. Eu não alugaria carro.
Teresa Martins says:
irei a cuba 2 semanas de mochila nas costas. Irei utilizar muita das vossas dicas. Obrigado
Carla Mota says:
Obrigada pelo feedback, Teresa. Gostou?
Tânia Oliveira says:
Excelente artigo!
Nas próximas semanas irei pela primeira vez a Cuba e com certeza que utilizarei muitas das vossas dicas.
Obrigado pela partilha!
Tenho apenas uma questão: Como conseguiu utilizar a moeda nacional? É possível trocar CUC para CUP nas cadecas?
Obrigado uma vez mais
Carla Mota says:
Não. Tem que pagar algo em CUC e depois pedir o troco em CUP.
José Nuno Araújo says:
Excelente trabalho de guia que fizeram, para quem não conhece, é óptimo, e abarca imensos locais. A esta lista, juntava a zona de Miramar, pela 5a Avenida fora, onde se podem ver casas de arquitectura mais moderna, lindissimas, e almoçar ou jantar em algumas delas, as que estão transformadas em restaurantes. O meu restaurante de referência em Havana (foi lá que fui a primeira vez que fui a Cuba, em 2001), é a La Ferminia, onde a beleza da casa e o seu jardim nos transportam para o passado mais recente, como se estivéssemos num filme. Jantar numa das várias salas da casa, com o trio cubano da casa a dar-nos o perfume de Cuba com as suas músicas, é fantástico! Numa próxima visita, passem por lá. Parabéns pelo excelente artigo! ?
Carla Mota says:
Muito obrigada pelas sugestões José. São maravilhosas. Não conhecemos Miramar, infelizmente, mas tenho a certeza que da próxima vez não escapa, ainda por cima com um restaurante com esta descrição maravilhosa! Esperamos é que seja brevemente. 😀